Banheiros são ambientes onde o posicionamento correto das fontes de luz é necessário tanto para clarear quanto para eliminar sombras sobre o rosto na frente do espelho.
Nesse espaço íntimo, a iluminação deve ser funcional, ou seja, facilitar tarefas que dependem de boa luz, como raspar a barba, se maquiar, limpar os dentes e usar pinça. “Para evitar sombras indesejadas no nariz, bochecha e queixo, nada substitui a iluminação de camarim”, diz Vitor Penha, arquiteto e professor de luminotécnica da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).
O projeto de iluminação de camarim exige um soquete, com conexão elétrica na parte traseira, e várias lâmpadas ao redor do espelho. Algumas pessoas não gostam do resultado estético. Nesse caso, Penha sugere outra opção. “Deve-se fixar duas lâmpadas, de igual intensidade, uma em cada lateral do espelho. Se a pessoa preferir, pode colocar uma luz que venha de cima e outra que venha de baixo. A linha de várias luzes ajuda a tirar as sombras sobre o rosto.”
Maquiagem
De acordo com o designer Guinter Parschalk, do Studio iX, deve-se considerar duas coisas na iluminação de banheiros: a formação de sombras e o IRC (Índice de Reprodução de Cores), que é a capacidade da luz de reproduzir fielmente as tonalidades.
“A maquiagem depende de uma iluminação que não disfarce a tonalidade das cores. Senão, a mulher corre o risco de carregar na sombra ou no blush sem querer”, alerta Parschalk. As lâmpadas mais indicadas para maquiagem são as incandescentes, pois apresentam um IRC de 100%. Já as fluorescentes são melhores para fazer a barba.
Luz natural
Em banheiros, assim como em todos os cômodos da casa, deve-se aproveitar a luz natural, que é de graça e higiênica. Para deixar os raios solares fluírem livremente pelo ambiente, é importante evitar elementos decorativos que dificultem sua entrada, como box ou cortinas escuras.
A composição de luz natural com artificial pode ter um ótimo resultado em banheiros. Mas, para não causar sombras, é preciso garantir que a luz natural seja difusa e não incida diretamente no espelho. “A abertura que permite a entrada de raios solares, seja uma janela ou um teto inclinado, deve sempre ficar do lado sul. Dessa forma, a claridade entra, mas sem a incidência direta, que causa sombras”, afirma Penha.
Fonte:Band
Fonte: Portal da Iluminação
http://www.portaldeiluminacao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1621&Itemid=32
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
A importância do aterramento elétrico
Se você deseja ter em seu imóvel uma correta instalação elétrica, garantir o aterramento é fundamental. Além de evitar descargas elétricas, impede a danificação de aparelhos que utilizam de eletricidade.
A funcionalidade do aterramento elétrico é importante para garantir segurança. O fio terra tem a função de capturar a corrente elétrica que algumas vezes quer sair do interior dos aparelhos defeituosos e conduzi-la para a terra, desviando-a do corpo das pessoas. Ele é fundamental para a proteção das pessoas contra os choques elétricos, absorvendo e encaminhando para a terra as correntes que escaparam dos aparelhos e para a proteção dos aparelhos elétricos contra picos de energia.
O valor da resistência de aterramento mede sua capacidade de descarregar a energia para a terra. Quanto menor essa resistência, melhor para a instalação, pois mais rápida será a atuação das proteções. A norma de instalações elétricas (NBR 5410/97) não define diretamente nenhum valor, embora alguns fornecedores cheguem a exigir 1 ohm (Unidade de Resistência). A norma brasileira de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419/93) recomenda um valor máximo de 10 ohms.
Para obter o material necessário para o aterramento, uma opção é a EIC, empresa especializada na prestação de serviços elétricos e na revenda de materiais e equipamentos elétricos para aplicação industrial.
Fonte: Refoma Facil
Link: http://www.reformafacil.com.br/a-importancia-do-aterramento-eletrico
Site: http://www.reformafacil.com.br/
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
LEDs Otimizam a Iluminação em Projetos de Decoração
LEDs Otimizam a Iluminação em Projetos de Decoração
Atenta a essa realidade, Lâmpadas Golden investe 35% em pesquisa e desenvolvimento no lançamento da linha Ultra LED
Imagem: Ultaled Dicróica e Ultraled PAR16
O uso da tecnologia LED (diodo emissor de luz) na iluminação ainda é tímido no Brasil, mas há estimativas de crescimento, mesmo porque aos poucos os profissionais do setor estão se apropriando da nova tecnologia e definindo para quais aplicações seu uso é mais indicado. No entanto, os LEDs têm vantagens indiscutíveis em relação às lâmpadas incandescentes.
Uma das primeiras áreas a adotar LEDs na iluminação foi a decoração de ambientes, já que com essa tecnologia é possível direcionar de forma mais precisa os fachos de luz, otimizando a iluminação. Por tais razões, LEDs são cada vez mais comuns em mostras de arquitetura e decoração.
Os LEDs têm uma vida mediana até 25 vezes maior e proporcionam economia superior em mais de 80%, em comparação às lâmpadas incandescentes. Atenta ao aumento da procura por LEDs para as mais diversas aplicações, notadamente para projetos de decoração que envolvem iluminação otimizada, a Lâmpadas Golden acaba de lançar a linha Ultra LED, que conta com duas opções de modelo: Dicróica e PAR16. Extremamente eficientes, estes LEDs atingem, com apenas 5W de potência, uma intensidade luminosa muito próxima à proporcionada pela lâmpada dicróica halógena, que é de 50W.
A vida mediana estimada das lâmpadas da linha Ultra LED é de 25 mil horas, uma vantagem importante a ser levada em conta para aplicações onde a troca constante poderia se tornar um problema, como por exemplo em ambientes muito altos ou de difícil acesso. A Ultra LED da Golden está disponível nas opções de temperatura de cor amarela (3000K) e branca (6000K), um diferencial diante das lâmpadas dicróicas tradicionais, disponíveis somente na temperatura de cor amarela.
Fonte: Enterprise CMC
Disponível em: http://www.guiaconstruirereformar.com.br/noticia_3665-leds_otimizam_a_iluminacao_em_projetos_de_decoracao.htm
O Fim das Lâmpadas Incandescentes no Brasil e o Problema da Reciclagem das Fluorescentes
Postado por: Bruno Rezende em 08/01/20011.
Coluna Zero
Fonte: http://www.colunazero.com.br/2011/01/o-fim-das-lampadas-incandescentes-no.html
Esta medida de banir as lâmpadas incandescentes foi adotada pela União Européia antes de nós e começou a valer em setembro de 2009. As duas principais diferenças são: na Europa eles pretendem banir totalmente as lâmpadas incandescentes em 3 anos - no Brasil irão banir parcialmente em 5 anos (as lâmpadas com potência igual ou inferior a 40 Watts permanecerão); na Europa eles possuem leis obrigando que as fabricantes são responsáveis pela coleta das lâmpadas (logística reversa) e reciclagem do mercúrio contido nelas - no Brasil ainda não existe uma lei federal que responsabilize alguém pela coleta e reciclagem destas lâmpadas Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada em agosto de 2010, mas ainda terá um longo caminho até sair do papel.
Alguns estados criaram há um bom tempo leis específicas para isso, como São Paulo com a Lei da Política Estadual de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.300, de 16 de março 2006), regulamentada pelo decreto nº 54.645, de 5 de agosto de 2009, onde responsabiliza o fabricante, distribuidor e importador do produto, que geram resíduos de significativo impacto ambiental mesmo pós-consumo, da eliminação, recolhimento, tratamento e disposição final dos mesmos. Leis parecidas também são adotadas no Paraná e em Brasília. Envergonha-me o estado do Rio de Janeiro não ter elaborado uma lei sobre este assunto, logo a cidade que quer ser exemplo para os outros estados em assuntos ligados a preservação ambiental.
SÃO PAULO
Apliquim - www.apliquim.com.br
Tramppo - www.tramppo.com.br
Naturalis Brasil - www.naturalisbrasil.com.br
Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros - (19) 9649-6867
MINAS GERAIS
Recitec - www.recitecmg.com.br
HG Descontaminação - www.hgmg.com.br
SANTA CATARINA
Brasil Recicle - www.brasilrecicle.com.br
PARANÁ
Bulbox - www.bulbox.com.br
Mega Reciclagem - www.megareciclagem.com.br
RIO GRANDE DO SUL
Sílex - www.silex.com.br
A quebra de uma lâmpada fluorescente libera mercúrio no ar, ou seja, pode envenenar você. Confira a seguir os procedimentos recomendados pela ABilumi se caso isto acontecer na sua casa:
- Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
- Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
- Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
- Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
- Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
- Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
- Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
- Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
Leia mais: http://www.colunazero.com.br/2011/01/o-fim-das-lampadas-incandescentes-no.html#ixzz1Eh8ljJXm
Coluna Zero
Fonte: http://www.colunazero.com.br/2011/01/o-fim-das-lampadas-incandescentes-no.html
O Fim das Lâmpadas Incandescentes no Brasil e o Problema da Reciclagem das Fluorescentes
Nada melhor que começar um novo ano com uma boa notícia. Nesta semana foi publicado no Diário Oficial da União uma portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio. A portaria exige que até 2016 retirem gradualmente do mercado brasileiro as lâmpadas incandescentes de uso comum (superior a 40 Watts).
A notícia é ótima, pois como quase todo mundo sabe as lâmpadas fluorescentes são muito mais duráveis e econômicas. Mas como o Brasil é daqueles países onde se “descobre o pé para cobrir a cabeça”, nem tudo são flores.
Esta medida do governo é muito positiva para todos nós consumidores e para o país, já que a economia gerada pelo uso de lâmpadas fluorescentes reduz a sobrecarga do sistema elétrico do país, ou seja, menos gastos com investimentos neste setor e menos poluição ambiental. Mas o país está preparado para reciclar as lâmpadas fluorescentes? Não.
O Brasil consume anualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas. Nos últimos 4 anos esse consumo de lâmpadas compactas aumentou 20% a cada ano. O consumo aumentou porque a qualidade das lâmpadas melhorou. Como a maioria das lâmpadas é importada do mercado Asiático elas não obedeciam nenhum critério de qualidade. Mas o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) entrou na jogada exigindo a garantia mínima de 1 ano das lâmpadas e em dezembro passado lançou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), obrigando todos os produtos do gênero a exibirem um selo que ateste o cumprimento das exigências do órgão quanto a seu desempenho. Tudo muito bom, mas o lado ruim é que 94% destas lâmpadas compactas terminam sua vida em lixões. Isso é péssimo para a saúde de todos nós, pois as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um metal extremamente tóxico.
Esta medida de banir as lâmpadas incandescentes foi adotada pela União Européia antes de nós e começou a valer em setembro de 2009. As duas principais diferenças são: na Europa eles pretendem banir totalmente as lâmpadas incandescentes em 3 anos - no Brasil irão banir parcialmente em 5 anos (as lâmpadas com potência igual ou inferior a 40 Watts permanecerão); na Europa eles possuem leis obrigando que as fabricantes são responsáveis pela coleta das lâmpadas (logística reversa) e reciclagem do mercúrio contido nelas - no Brasil ainda não existe uma lei federal que responsabilize alguém pela coleta e reciclagem destas lâmpadas Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada em agosto de 2010, mas ainda terá um longo caminho até sair do papel.
Em junho de 2010, quando estive na Alemanha para receber a premiação do The BOBs, pude perceber toda a preocupação do país em produzir energia limpa, relatadas neste e neste post. Um dos detalhes que me chamou a atenção foi sobre o uso de lâmpadas fluorescentes em tudo que era lugar, inclusive em postes de iluminação pública, como pode ser visto na foto abaixo tirada pelo mestre Dulcidio Braz (também vencedor do The BOBs como melhor blog do mundo de língua portuguesa):
Esta é a primeira postagem “casada” entre o Coluna Zero e o Física na Veia, o blog do Dulcidio. Ontem ele postou em seu blog um post super completo (veja aqui) que fornece muitos detalhes sobre a importância e o funcionamento das lâmpadas fluorescentes. Não deixe de conferir, pois acrescenta muito sobre o assunto provando porque é melhor optar pelas lâmpadas fluorescentes.
Alguns estados criaram há um bom tempo leis específicas para isso, como São Paulo com a Lei da Política Estadual de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.300, de 16 de março 2006), regulamentada pelo decreto nº 54.645, de 5 de agosto de 2009, onde responsabiliza o fabricante, distribuidor e importador do produto, que geram resíduos de significativo impacto ambiental mesmo pós-consumo, da eliminação, recolhimento, tratamento e disposição final dos mesmos. Leis parecidas também são adotadas no Paraná e em Brasília. Envergonha-me o estado do Rio de Janeiro não ter elaborado uma lei sobre este assunto, logo a cidade que quer ser exemplo para os outros estados em assuntos ligados a preservação ambiental.
Segundo a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi), temos apenas 10 empresas no Brasil que fazem a reciclagem das lâmpadas fluorescentes. Além dessas empresas algumas das grandes redes varejistas presentes no Brasil recebem as lâmpadas fluorescentes para reciclagem. Então quando você tiver uma lâmpada fluorescente queimada, pergunte em alguma loja se aceitam ou então entregue em uma das 10 empresas identificadas pela ABilumi e listadas abaixo:
SÃO PAULO
Apliquim - www.apliquim.com.br
Tramppo - www.tramppo.com.br
Naturalis Brasil - www.naturalisbrasil.com.br
Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros - (19) 9649-6867
MINAS GERAIS
Recitec - www.recitecmg.com.br
HG Descontaminação - www.hgmg.com.br
SANTA CATARINA
Brasil Recicle - www.brasilrecicle.com.br
PARANÁ
Bulbox - www.bulbox.com.br
Mega Reciclagem - www.megareciclagem.com.br
RIO GRANDE DO SUL
Sílex - www.silex.com.br
A quebra de uma lâmpada fluorescente libera mercúrio no ar, ou seja, pode envenenar você. Confira a seguir os procedimentos recomendados pela ABilumi se caso isto acontecer na sua casa:
- Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
- Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
- Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
- Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
- Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
- Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
- Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
- Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
Leia mais: http://www.colunazero.com.br/2011/01/o-fim-das-lampadas-incandescentes-no.html#ixzz1Eh8ljJXm
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Ventilador de Parede Modelo Tufão 60CM
Para refrescar o seu verão, não fique sem um ventilador!
Na santil você encontra o modelo abaixo com ótimo preço:
Ventilador de Parede Modelo Tufão 60 Centímetros - Lorensid.
Na santil você encontra o modelo abaixo com ótimo preço:
Ventilador de Parede Modelo Tufão 60 Centímetros - Lorensid.
Modelo: 60 Tufão PT M2
Descrição:
Possui oscilação para direita e esquerda.
Pode ser inclinado para frente e para trás.
Grade removível para facilitar a limpeza.
01 ano de garantia.
Características Técnicas :
Bivolt - Ref: 129
Potência: 160W
Rotação: 1.300 rpm
Vazão: 150m³/min
Frequência: 50/60Hz
Isolação (fio de cobre esmaltado): Classe H (180º)
Capacitor: 8,5µF x 300 Vac
Peso Bruto: 8,7kg
Hélice: 22" - 3 pás
Cores: preto ou branco
Grade: 600 mm/removível
Controle de Velocidade: Rotativo
Consumo: 0,16 kWh
Manual do Produto: http://e-pronto.magicsite.com.br/UserFiles/lorensid/produtos/Garantias-Unificadas.pdf
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Lustre Tipo Skate
Conheça esta novidade de lustre para enfeitar do quarto do seu filho!
LUSTRE DECORATIVO TIPO SKATE PARA 4 LÂMPADAS MODELO HALOPIN 110-130V ou 220-240V
Especificações Técnicas:
Código: 550/4
Material: Vidro e Alumínio
Altura: 46 cm
Comprimento: 54 CM
Uso: Interno
Tensão: 110-130V ou 220/240V (Lâmpada)
Modelo da Lâmpada abaixo:
Lâmpada halógena modelo halopin bipino clara ou fosca base G9 110-130V ou 220-240V
Obs: As lâmpadas são vendidas separadamente do lustre.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Fita de LED flexível - STRIP LED
A Iluctron inova, com tecnologia de ponta para o desenvolvimento de seus produtos, com as Fitas de LED Flexível - STRIP LED.
As Fitas de LED - STRIP LED tem aplicação recomendada para decoração e sinalização de interiores como: residências, vitrines, bares, danceterias, sancas de gesso, cenogafia, estandes e onde a sua imaginação alcançar. Sua fixação nestes ambiente é feita com fita dupla-face da 3M.
Para seu funcionamento, as Fitas de LED necessitam de fonte de alimentação com saída de 12V.
Caractéristicas: Fita de LED - STRIP LED
Tensão: 12V
Fonte de Alimentação (Saída 12V): 90 - 240V
Consumo: 110V
LED Quantidade (peças/metro): 60 LEDs por metro
Corrente (mA/m): 400 miniAmpéres
Dimensões:
Dimensões:
Altura: 0,3 Cm
Largura: 0,8 Cm
Profundidade: 50,00 Cm
Na Santil, 32 anos de experiência em Material Elétrico, você encontra as Fitas de LED Flexível - STRIP LED nas cores Branco Frio clique e visualize e Branco Quente clique e visualize. E a fonte de alimentação para seu funcionamento clique e visualize.
Fonte: Iluctron / Santil
Links: www.iluctron.com.br / www.santil.com.br
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Saiba quais são os cuidados essenciais no momento de iluminar a sua casa.
Veja algumas dicas de como escolher os acessórios de iluminação adequados para cada ambiente.
Atualmente, iluminação não é apenas sinônimo de conforto, mas segurança e qualidade de vida, porque além de oferecer bem-estar, estimula o ser humano a produzir da melhor maneira possível, proporcionando boa visibilidade e comodidade para os ambientes.
Para quem está pensando em iluminar os espaços da sua casa, trabalho ou lazer de maneira adequada, é necessário prestar muita atenção na hora de escolher os produtos de iluminação, que devem ser diretamente proporcionais ao espaço disponível no ambiente, bem como sua composição e funcionalidade. Pois, como para cada ambiente há uma iluminação específica, que é responsável pela característica daquele espaço, existem os acessórios indicados para cada cômodo.
O principal objetivo da iluminação é atender as necessidades e expectativas do consumidor, sempre com responsabilidade e segurança para a saúde. Por isso, o gerente de marketing e consultor em projetos da Startec, Walter Fioretto Campagnare, destacou algumas dicas e cuidados essenciais na hora de escolher os produtos que vão iluminar os quartos, corredores e banheiros, ou seja, os cômodos principais de uma residência, por exemplo. O plafon (que é colocado diretamente no teto) foi eleito o produto destaque da iluminação geral desses ambientes, mas, como existem inúmeras variedades e modelos do produto, Campagnare ressaltou o que é mais indicado para cada lugar.
Para os quartos, por exemplo, um ambiente pessoal e privativo da casa, a escolha do plafon deve obedecer características que remetem ao aconchego, sensação peculiar desse espaço. Portanto, é comum a utilização de um plafon no ponto central do teto, com duas ou três lâmpadas incandescentes, que podem ser dimerizadas, isto é, que permite alterar o interruptor comum por um dimmer, capaz de regular a intensidade de luminosidade do cômodo. Caso contrário, você pode substituir pelas lâmpadas fluorescentes compactas, que são mais econômicas, e com o diferencial de não produzir calor, se comparadas com as incandescentes. Bem como as de tonalidade amarelada, que proporcionam um clima de tranquilidade e conforto, muito comum para os quartos. Já nos corredores, que costumam ser espaços menores e necessitam de maior iluminação para proporcionar boa visibilidade, são utilizados plafons mais próximos do teto, com lâmpadas de alta intensidade, como as eletrônicas e fluorescentes, que iluminam mais e são mais econômicas, de maneira que, direcionadas para a superfície lisa e clara, na qual a luz reflete, e é capaz de espalhar uniformemente em uma área extensa.
Os banheiros necessitam de uma atenção especial na hora de escolher os acessórios de iluminação; por isso, é recomendado o uso de plafons com bases acopladas às cúpulas, que impedem a entrada de vapor e umidade, o que diminui a vida útil das lâmpadas. No entanto, é indicado utilizar lâmpadas incandescentes, pois as eletrônicas se deterioram com mais facilidade.
Veja abaixo, algumas dicas indispensáveis na hora de comprar um plafon:
Atualmente, iluminação não é apenas sinônimo de conforto, mas segurança e qualidade de vida, porque além de oferecer bem-estar, estimula o ser humano a produzir da melhor maneira possível, proporcionando boa visibilidade e comodidade para os ambientes.
Para quem está pensando em iluminar os espaços da sua casa, trabalho ou lazer de maneira adequada, é necessário prestar muita atenção na hora de escolher os produtos de iluminação, que devem ser diretamente proporcionais ao espaço disponível no ambiente, bem como sua composição e funcionalidade. Pois, como para cada ambiente há uma iluminação específica, que é responsável pela característica daquele espaço, existem os acessórios indicados para cada cômodo.
O principal objetivo da iluminação é atender as necessidades e expectativas do consumidor, sempre com responsabilidade e segurança para a saúde. Por isso, o gerente de marketing e consultor em projetos da Startec, Walter Fioretto Campagnare, destacou algumas dicas e cuidados essenciais na hora de escolher os produtos que vão iluminar os quartos, corredores e banheiros, ou seja, os cômodos principais de uma residência, por exemplo. O plafon (que é colocado diretamente no teto) foi eleito o produto destaque da iluminação geral desses ambientes, mas, como existem inúmeras variedades e modelos do produto, Campagnare ressaltou o que é mais indicado para cada lugar.
Para os quartos, por exemplo, um ambiente pessoal e privativo da casa, a escolha do plafon deve obedecer características que remetem ao aconchego, sensação peculiar desse espaço. Portanto, é comum a utilização de um plafon no ponto central do teto, com duas ou três lâmpadas incandescentes, que podem ser dimerizadas, isto é, que permite alterar o interruptor comum por um dimmer, capaz de regular a intensidade de luminosidade do cômodo. Caso contrário, você pode substituir pelas lâmpadas fluorescentes compactas, que são mais econômicas, e com o diferencial de não produzir calor, se comparadas com as incandescentes. Bem como as de tonalidade amarelada, que proporcionam um clima de tranquilidade e conforto, muito comum para os quartos. Já nos corredores, que costumam ser espaços menores e necessitam de maior iluminação para proporcionar boa visibilidade, são utilizados plafons mais próximos do teto, com lâmpadas de alta intensidade, como as eletrônicas e fluorescentes, que iluminam mais e são mais econômicas, de maneira que, direcionadas para a superfície lisa e clara, na qual a luz reflete, e é capaz de espalhar uniformemente em uma área extensa.
Os banheiros necessitam de uma atenção especial na hora de escolher os acessórios de iluminação; por isso, é recomendado o uso de plafons com bases acopladas às cúpulas, que impedem a entrada de vapor e umidade, o que diminui a vida útil das lâmpadas. No entanto, é indicado utilizar lâmpadas incandescentes, pois as eletrônicas se deterioram com mais facilidade.
Veja abaixo, algumas dicas indispensáveis na hora de comprar um plafon:
• Verificar a qualidade dos soquetes e fios utilizados;
• Analisar a questão da durabilidade, por meio do acabamento da cúpula de vidro do acessório;
• Conferir os procedimentos utilizados na montagem do plafon, pois isso vai indicar a facilidade ou dificuldade de manutenção do produto;
• Prestar muita atenção na compatibilidade da lâmpada a ser utilizada, de acordo com a indicação do fabricante;
• Por fim, procurar sempre por produtos de empresas conceituadas no segmento de iluminação.
STARTEC: Iluminar com criatividade e bom gosto.
STARTEC: Iluminar com criatividade e bom gosto.
Empresa brasileira voltada para produção e comercialização de produtos de iluminação, com uma linha de produtos nacionais e importados, desenvolvida dentro dos mais altos padrões de qualidade e as mais novas tecnologias do mercado, apresenta linhas altamente criativas e desenvolvidas com exclusividade por profissionais altamente qualificados. A STARTEC possui parceria exclusiva com a Disney e outros, desenvolvendo produtos licenciados com imagens dos personagens favoritos das crianças e jovens.
Fonte: Holding Comunicações / Portal de Iluminação
Link:http://www.portaldeiluminacao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1446&Itemid=33
Fonte: Holding Comunicações / Portal de Iluminação
Link:http://www.portaldeiluminacao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1446&Itemid=33
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Segurança e Praticidade com LEDS
É isso o que promete a NIGHTLUXTM, a nova luminária multifuncional da OSRAM, indicada como fonte de luz para orientação, com tecnologia LED. Seja para garantir a segurança em escadas, possibilitando a visibilidade adequada dos degraus, ou oferecer mais conforto ao quarto das crianças, a NIGHTLUXTM tem na versatilidade o seu ponto mais forte.
Extremamente leve, o produto conta com três LEDs brancos de alta potência da multinacional alemã, dispostos em refletor direcional, que pode ser inclinado para cima e para baixo até 60º. A NIGHTLUXTM conta ainda com um sensor de movimento de 120º para uma distância máxima de até cinco metros e também com sensores que detectam a incidência de luz disponível no ambiente. O funcionamento pode ser manual ou automático. Nessa última opção, conta com a possibilidade de escolha entre 10 ou 60 segundos para o desligamento.
O novo produto da OSRAM é resistente às intempéries do ambiente, podendo ser utilizado para iluminação interna ou externa. Além disso, pode ser facilmente fixado em quase todos os lugares, seja com adesivo, ímãs ou parafuso de montagem opcional. Para seu funcionamento bastam três pilhas alcalinas AAA, que já vêm com o produto.
Ficha Técnica
Funcionamento a base de três pilhas alcalinas AAA
Cor da luz: branca
Potência: 0,6W
Preço: R$ 99,95
Já está disponível brasileiro
Fonte: Portal Brasil Engenharia
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Plumen, uma lâmpada com design e preservação ambiental.
São Paulo - Essa lâmpada - nada comum - chama-se Plumen e foi desenhada pelo estúdio londrino de design Hulger. Além das curvas suaves e entrelaçadas, o que mais chama atenção neste equipamento é o fato dele usar 80% menos energia que as lâmpadas incandescentes disponíveis no mercado.
Por conta disso, a Plumen não pesa tanto na conta de luz, além de apresentar, de acordo com a fabricante, uma vida útil oito vezes maior que as lâmpadas incandescentes comuns. A ideia para a criação do projeto foi planejar um objeto com um design arrojado e capaz de convencer as pessoas a economizarem energia, preservando o meio ambiente.
As lâmpadas da Hulger já estão à venda para consumidores do Reino Unido e de outros países da União Europeia. Os artigos serão despachados no início de outubro. Mas o estúdio Hulger garante que irá vender a Plumen para outros mercados, através da internet. Atualmente o preço da lâmpada é 20 libras.
Fonte: Portal Exame
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sylvania lança no mercado lâmpadas de vapor metálico de baixa potência com tubo cerâmico.
Empresa tradicional no segmento de iluminação apresenta o produto com reprodução de cores maior que 90, alto fluxo luminoso e estabilidade de cores no decorrer do tempo de uso.
A Sylvania, empresa tradicional no segmento de iluminação, apresenta ao mercado lâmpadas de vapor metálico de baixa potência, com tubo cerâmico: a CMI-T. O produto se destaca dos demais devido ao índice de reprodução de cores maior que 90, alto fluxo luminoso e estabilidade de cores no decorrer do tempo de uso do produto.
Com temperatura de cor de 3000K, a CMI-T tem vida mediana de até 15.000h e está disponível nas potências de 35W, 70W, e 150W. “As lâmpadas permitem uma excelente reprodução das cores dos objetos ou locais que são iluminados, além da temperatura de cor não sofrer alteração no decorrer da vida do produto”, afirma Letícia Cerulli, coordenadora de marketing e produtos da Sylvania.
As lâmpadas CMI-T são indicadas principalmente para locais comerciais como lojas, galerias de arte, showrooms, entre outros. Mais informações sobre o produto podem ser obtidas pelo e-mail: sac.br@havells-sylvania.com
Sobre a Sylvania
A Sylvania está presente no Brasil desde 1947. Marca tradicional e consolidada no mercado de iluminação, a empresa foi adquirida em abril de 2007 pelo grupo indiano Havells, fabricante de produtos de iluminação e equipamentos elétricos para uso doméstico e industrial com faturamento de US$ 1 bilhão. Com centros de competência espalhados pelo mundo, as duas companhias reuniram forças para se dedicarem e aglutinarem suas habilidades nas diferentes linhas de produtos que envolvem lâmpadas, luminárias e acessórios.
Com unidades nas Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e África, a Havells tem sua marca posicionada entre as principais do mundo. Este resultado deve-se à preocupação em oferecer os melhores produtos a preços justos, com excelência em tecnologia, além de aplicar estratégias de negócios que resultam na realização de aquisições com empresas de destaque em suas áreas de atuação. Visite o site: http://www.havells-sylvania.com.br/ .
Fonte: Portal Brasil Engenharia
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
AsBEA trabalha no desenvolvimento de Código de Obras Nacional.
Projeto propõe a padronização de construções, dividida por oito regiões bioclimáticas. Plano está baseado em desempenho, sustentabilidade e responsabilidade profissional.
A Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) está desenvolvendo o projeto do Código de Obras Nacional, com o objetivo de padronizar as obras no País. Segundo o coordenador do grupo de trabalho da AsBEA e sócio-titular da Uniarq, Luiz Frederico Rangel, o projeeto vem de uma demanda do Ministério do Desenvolvimento, Insústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) de facilitar os trabalhos de construtoras.
O projeto faz parte do Programa de Inovação Tecnológica (PIT), desenvolvido pela CBIC. A intenção é que a construção se torne industrializada e sistematizada, diferentemente do que ocorre atualmente, quando os municípios têm códigos individuais e diferenciados. Rangel já discute a possibilidade de mudar o nome do código para Código de Edificações Nacional, tornando-o mais específico.
O projeto do código é baseado em um trinômio formado por normas de desempenho, sustentabilidade e responsabilidade profissional. Segundo Rangel, é necessário que o código estabeleça as responsabilidades de forma clara, a fim de evitar problemas futuros em caso de mau-funcionamento da obra.
Como o Brasil é um país com regiões muito distintas, o código dividirá o território em oito regiões bioclimáticas e socioculturais, que terão especificações diferentes. "Uma obra no Rio Grande do Sul não tem o mesmo desempenho que a mesma obra no Rio Grande do Norte", destacou Rangel. Mas, segundo ele, existem aspectos que podem e devem ser padronizados, como as terminologias utilizadas no setor, por exemplo.
Para viabilização do projeto, ainda faltam investimentos. "Seria importante o patrocínio de empresas da indústria imobiliária para que o projeto fosse concluído de forma mais rápida, pois está sendo feito sem nenhum incentivo", disse Rangel. De acordo com ele, o processo de desenvolvimento está ocorrendo de forma mais lenta, já que o trabalho está sendo realizado fora do horário de trabalho e sem aporte financeiro para a contratação de consultorias. Não há previsão para o término do projeto.
Em tese, a formulação de um código nacional facilitaria também o Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), do Governo Federal, por substituir milhares de códigos municipais. Com isso, as construtoras ligadas ao programa poderiam utilizar os projetos em várias cidades, sem ter de adequar as obras a cada código. O projeto deverá propor também uma hierarquização dos municípios, de modo a facilitar as liberações de obras.
Fonte: PINI WEB
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Nova linha Ultra LED da Golden chega ao mercado.
Nova linha ULTRA LED da Golden chega ao mercado.
Eficiência energética é o que promete a nova linha de ULTRA LED da Golden. Lançado com destaque na Expolux 2010, o ULTRA LED chega ao mercado em dois modelos, Dicróica (12V) e PAR16 (127/220V).
Estes modelos foram desenvolvidos para adaptar-se facilmente através do sistema “plug-in”em diversas luminárias disponíveis no mercado, sem a necessidade de adaptações. Além disso, a Golden oferece dois anos de garantia para ambos os modelos.
Com 5 W de potência, o produto atinge uma intensidade luminosa similar a lâmpada dicróica tradicional de 50 W. Isso significa uma grande economia de energia, visto que consome apenas 10% da linha tradicional, além de ter uma média de 25 mil horas de vida, contra 2 mil horas dos modelos de lâmpadas halógenas.
A linha ULTRA LED da Golden está disponível em duas opções de cor, amarela (3000K) e branca (6000K).
Para mais informações contatar vendas@lampadasgolden.com.br. Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo ou ligar para 55 11 2122-6666.
Sobre a Golden
A Golden está presente no mercado de iluminação há mais de 20 anos. Seus produtos são desenvolvidos para atender as mais diversas necessidades do mercado em todos os segmentos, residencial, comercial e industrial. Com 85% do seu mix de produtos direcionados a eficiência energética, e com rígido controle da qualidade, a Golden reforça o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do país. www.lampadasgolden.com.br
Fonte: Vértice Comunicação
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Agenda de Eventos - AsBAI anuncia a realização do 1º LED Fórum
Com o objetivo principal de esclarecer as principais dúvidas que o mercado tem sobre a mais recente tecnologia utilizada mundialmente na iluminação interna e externa: o LED, a AsBAI, em parceria com a Revista L+D, realizará o 1º LED Fórum. O evento reunirá palestrantes internacionais de grande credibilidade que apresentarão os benefícios na aplicação da tecnologia LED e suas peculiaridades técnicas, esclarecendo e desmistificando o seu funcionamento e exibindo sua aplicação nas mais variadas tipologias de projetos de iluminação.
“Em face ao atual estágio da nova tecnologia - bem como à avalanche de soluções que propõem a substituição de lâmpadas tradicionais por LEDs - a AsBAI identifica a necessidade urgente de um profundo esclarecimento do mercado consumidor, antes que os maus resultados decorrentes da aplicação imprudente de uma ferramenta em estágio de desenvolvimento, venha a frustrar expectativas e atuar contra as virtudes dessa nova tecnologia” afirma a arquiteta Esther Stiller, presidente da AsBAI.
O evento apresentará e discutirá ainda o novo processo de certificação LEED (Leadership in energy and environmental design) criado pelo USGB (United States Green Building Council) e adotado mundialmente como referência na criação de soluções de iluminação que usam a energia de maneira racional, minimizando o impacto ao meio-ambiente. discutirá ainda a importância da tecnologia LED nesse processo será discutida no evento.
O 1º LED Fórum acontecerá nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo. As vagas são limitadas, faça já sua inscrição e garanta a sua vaga.
Ficha de inscrição: http://www.asbai.org/inscricao_LED.php
Associados da AsBAI têm desconto especial nas inscrições.
1º LED Fórum
Local: Sede do Secovi
R. Dr. Bacelar 1043 – Vila Mariana
São Paulo - SP
Maiores informações:
(11) 5531-0784 ou pelo e-mail
Fonte: Portal da Iluminação/Laboratório de Iluminação Unicamp
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Prevenção de Acidentes: Tornando as ruas mais seguras para os motoristas e pedestres.
A maior visibilidade representa uma importante contribuição para a segurança na estrada. A luz branca ajuda os motoristas a detectarem o movimento da estrada mais rapidamente e de uma distância maior. Além disso, o motorista tem um tempo extra para parar caso uma criança, um ciclista, um pedestre ou um animal cruze seu caminho inesperadamente, evitando lesões graves ou até mortes.
Protegendo Pedestres
A recíproca também é verdadeira; a probabilidade de os pedestres verem o tráfego próximo e reagirem da maneira adequada também é maior. Existe ainda uma nova pesquisa que prova que a melhor visibilidade também reduz os índices de acidentes entre pedestres, pois diminui as chances de eles tropeçarem em obstáculos ou superfícies irregulares em caminhos ou calçadas.
Reduzindo o tempo de resposta
Estudos realizados no Lighting Research Center em Troy, Nova York, testaram se a luz branca melhora a visão (periférica) dos motoristas. Foi colocado ao lado de um trecho da estrada um painel especial que simulava o movimento de aproximação e afastamento da estrada. Treze itens passaram por uma série de testes durante o dia, e depois à noite com a iluminação amarela de sódio de alta pressão e a CosmoWhite.
Os resultados são claros
Um total de 686 testes distintos foram realizados com o painel movendo-se em padrões aleatórios. Ao ser movido para fora da estrada, a resposta correta era acelerar; ao ser movido em direção a ela, a resposta esperada era o motorista frear. Os resultados mostraram uma diferença significativa, do ponto de vista estatístico, nos tempos de resposta entre a luz branca e a amarela para frear e acelerar. Em ambos os casos, o tempo de resposta com a luz branca foi menor.
A ciência por trás da história
Para que um objeto seja visto, é preciso haver uma certa diferença de luminância (ou seja, contraste) entre o objeto e seu plano de fundo. O limite de detecção de contraste é a diferença mínima exigida para que você possa perceber o objeto (sem necessariamente ser capaz de perceber a cor ou os detalhes). Um limite de contraste menor significa que é mais fácil detectar um objeto. Os testes mostram que a luz branca oferece um limite de luminância menor do que a luz amarela, principalmente em grandes ângulos de dispersão e níveis baixos de luminância. Isso significa que é mais fácil ver pessoas ou outros objetos com a luz branca, o que contribui para a maior segurança do motorista e de outros usuários da estrada.
Fonte: Philips
Link: http://www.lighting.philips.com.br/lightcommunity/trends/white_light/accident_prevention.wpd
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Dicas: Veja como reduzir o valor da conta de luz no inverno.
Estratégias como passar todas as roupas de uma só vez, diminuir o tempo do banho e substituia lâmpadas incandescentes por fluorescentes poupam dinheiro.
Mantenha as cortinas abertas por mais tempo para aproveitar a iluminação natural.
O inverno é uma temporada onde a necessidade de reciclar nossos hábitos em relação a uso de energia elétrica em nossas casas se faz ainda mais necessário. Um deles está relacionado com o uso do chuveiro. A velha dica de desligar o chuveiro enquanto o corpo estiver sendo ensaboado e só ligá-lo novamente na hora de enxaguar funciona, mas poucos fazem isto.
Também temos de tomar maiores precauções com o uso do ferro elétrico e do ar acondicionado, pois ambos gastam mais energia que o chuveiro. De acordo com as empresas de energia, um ferro de passar ou um aparelho de ar condicionado funcionando por 8 horas por dia resulta gasto de energia elétrica de aproximadamente R$ 77, e o chuveiro, durante 40 minutos, custa R$ 14.
Decore sua casa com ajuda do Feng Shui
Na cozinha, é a geladeira que gasta. Para saber se a sua precisa de ajustes coloque uma folha de papel na porta da geladeira. Se ele cair ou sair facilmente, a borracha deverá ser trocada.
Outro passo importante é substituir as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas. A Associação Brasileira dos Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi) disponibiliza a calculadora de eficiência energética no seu site que permite descobrir a economia que pode ser obtida na conta de luz mensal com a troca de uma ou mais lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, o total economizado em um ano e o valor a ser economizado durante toda a vida útil da lâmpada.
Ela demonstra que é possível economizar cerca de R$ 2 por mês, por lâmpada (no caso de substituir a incandescente de 60W por uma econômica de 15W), o que traz vantagens financeiras para o consumidor, tanto no inverno como no verão.
Também há outro tipo de perda de energia que muito pouca gente conhece e que acontece quando um interruptor é mantido ligado apesar da lâmpada fluorescente estar queimada.
"Todas as lâmpadas fluorescentes têm um pequeno aparelho chamado reator, que não para de funcionar mesmo quando lâmpada está queimada, acarretando um desperdício de 20 a 25%, pois a energia continua passando pela lâmpada". explica Alexandre Cricci, presidente da ABilumi.
Outro problema pode ser a chamada figura de energia, que pode ser ocasionada por algum fio elétrico mal isolado. Para saber se isso ocorre na sua casa, apague todas as luzes, tire os aparelhos da tomada e observe o relógio de luz. Se continuar girando, significa que há fuga de energia e é hora de chamar um eletricista.
Resumindo, a economia de energia tem relação com a atenção para muitos vilões do desperdício residencial de energia e uma série de mudanças sutis que podem trazer resultados surpreendentes para quem paga a conta.
Fonte: Abril
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Agenda de Eventos - Salão in Light 2010
O Salão In Light é um veículo de mídia de relacionamento, profissional e dirigido, que estimula o desenvolvimento da cadeia produtiva. Ferramenta essencial de uma estratégia de marketing, é a única capaz de propiciar o relacionamento olho no olho, que possibilita negócios e proporciona pulverização de vendas a clientes de vários tamanhos com abrangência nacional e internacional.
Reúne todos os produtos voltados para fabricantes de iluminação decorativa. É profissional, para realizar negócios através de pedido, e dirigido, voltado para a cadeia produtiva do setor, fabricantes, agentes de exportação, importadores, distribuidores, imprensa especializada, formadores de opinião e importantes profissionais do setor, além de representantes comerciais, lojas especializadas, lojas de departamento e home centers.
O expositor receberá em seu estande a visita de seus principais clientes e potenciais compradores do seu setor, além de potenciais compradores de todos os setores de artigos para iluminação decorativa, que estarão na feira para relacionamento, gerando mais negócios.
Salão In Light
41ª House & Gift Fair
De 14 a 17 de agosto de 2010.
Das 9 às 19h00.
No Expo Center Norte.
Fonte: Portal da Iluminação - Grafite Feiras
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Agenda de Eventos - GE LED Road Show
GE LED Road Show
A GE Iluminação promoverá no dia 9 de agosto, em São Paulo (Hotel Blue Tree Morumbi), e em 12 de agosto, em Curitiba (Hotel Pestana), das 14 às 18 horas, a primeira etapa do GE LED Road Show. O evento trará conceitos da utilização de LEDs em ambientes públicos, em comunicação visual e em aplicações gerais, como prédios e hospitais. Palestrantes responsáveis pelo desenvolvimento do produto ministrarão os cursos, apresentarão as tecnologias disponíveis e as tendências para os próximos anos. Vagas limitadas.
GE LED Road Show
Data: 9 e 12 de agosto
Horário: das 14h às 18h
Locais: Blue Tree Morumbi - São Paulo e Hotel Pestana - Curitiba
Informações: mateus.costa@ge.com
Fonte: Portal da Iluminação - Lume Arquitetura
Link:http://www.portaldeiluminacao.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=16&Itemid=34
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Quais são os tipos de Lâmpadas Incandescentes?
As lâmpadas conhecidas como incandescentes podem ser de vários tipos. É a lâmpada predominante na iluminação residencial no mundo todo por ser a mais antiga, a mais disponível para a compra e por ter um baixo custo.
No mercado podemos encontrar vários modelos de lâmpadas incandescentes, como a bolinha, a vela, a clássica transparente, a clássica branca. Há ainda as espelhadas e até as anti-insetos, que os inibem pelo tom amarelado da luz que emitem. O baixo rendimento deste tipo de lâmpada faz com que atualmente ela seja pouco usada para fins não-residenciais.
Além das incandescentes comuns, encontradas em qualquer supermercado e vistas atualmente como grandes vilãs do consumo, temos o grupo das incandescentes halógenas, como as PAR, as dicróicas, as AR ou as Halopin.
As halógenas são lâmpadas incandescentes que possuem elementos halógenos, como iodo ou bromo, dentro do bulbo. O ciclo de reações químicas que ocorre no interior do bulbo permite que o filamento da lâmpada trabalhe em temperaturas mais relevadas, rendendo maior eficiência luminosa. Em termos de consumo, oferecem mais luz com uma potência geralmente menor do que as incandescentes comuns, além de terem uma vida útil mais longa.
Apesar de consumirem mais energia do que as fluorescentes, essas lâmpadas têm inúmeras qualidades que as fazem estar presentes em qualquer bom projeto de iluminação. São as mais adequadas para a criação de efeitos e para a valorização de objeto, quadros e esculturas, ou para destacar texturas, materiais e outros elementos arquitetônicos ou decorativos.
Com estas lâmpadas podemos ainda trabalhar com a dimerização, ou seja, diminuir ou aumentar a intensidade luminosa das lâmpadas utilizando os dimmers. Assim, conseguimos diminuir o consumo e mudar a quantidade de luz em ambientes como quartos ou home theaters de acordo com a conveniência. Em ambientes integrados essa solução é bastante interessante: é possível escurecer só a sala de TV enquanto se assiste a um filme, e voltar a deixá-la tão clara quanto o restante do living ao final da sessão.
Normalmente estas lâmpadas têm uma luz mais amarelada e mais agradável, ideal para boa parte dos ambientes de uma casa por passar a sensanção de aconchego.
Podem ainda estar ligadas a células fotoelétricas que controlam o acendimento das luzes em áreas abertas quando anoitece, ou sensores de presença, que acendem as lâmpadas sempre que houver movimento, como ocorre em grande parte dos halls de elevador. Usadas assim, proporcionam uma economia de energia.
O mercado hoje oferece um grande leque de opções de lâmpadas halógenas, mas as principais são:
Dicróicas: Destinadas a iluminação decorativa e de destaque, possuem várias angulações de facho e algumas temperaturas de cor. Têm um bom índice de reprodução de cor, o que as torna interessantes para iluminar objetos em exposição em lojas, por exemplo.
PAR: Refletoras, são ideais para iluminação dirigida e de destaque, possuem várias opções de cores e são muito usadas para iluminação externa, pois podem ficar expostas às intempéries sem a necessidade de proteção das luminárias. Quando usada na cor convencional é a lâmpada mais precisa no índice de reprodução de cores, sendo perfeita, portanto, para o uso em espelhos de banheiras para maquiagem, para o destaque de quadros e em lojas que querem valorizar seus produtos. Quando usada para a iluminação principal de ambientes, produz uma luz difusa, forte e agradável. Existe em diferentes tamanhosm como a PAR 20, PAR 30 e PAR 38.
AR: Parecidas com as lâmpadas usadas por dentistas, são ótimas para iluminação de efeito a média e longa distância. Possuem um facho de luz definido e preciso de 4° a 24º. As AR 48 são bastante usadas em áreas com pé-direito baixo para destaque de objetos. As AR 70 podem ser usadas em locais com pé-direito de até 3 m, destacando objetos e paredes. Já as AR111 são indicadas para ambientes com pé-direito acima de 3 m, também para efeito de destaque. As AR's têm um facho de luz muito preciso que pode ser explorado como elemento decorativo.
Halopín: É uma lâmpada bem pequena, mas com forte intensidade. Disponível com potências entre 25W e 60W, é ideal para luminárias compactas e decorativas, como arandelas e luminárias de mesa. O índice de reprodução de cor é excelente.
É importante lembrar que as halógenas possuem uma temperatura de funcionamento elevada e, por isso, é importante deixá-las afastadas e não direcioná-las diretamente para uma pintura ou outros objetos sensíveis ao calor. Além disso, o uso indiscriminado destas lâmpadas pode tornar os ambientes excessivamente quentes, em especial se tiverem pé-direito baixo.
Além destes, há no mercado outros tipos de lâmpadas halógenas destinadas a usos mais específicos. Essas lâmpadas podem ser utilizadas em conjunto com as fluorescentes.
Sugerimos àqueles que não poderão contratar um projeto luminotécnico ou um arquiteto que, ao realizarem seus projetos, conversem pacientemente com um vendedor especializado (sempre à disposição nas grandes lojas de luminárias) ou alguém com conhecimento na área. Em geral uma mistura de tipos diferentes de lâmpadas, com funções diferentes, é o que garante uma bela iluminação.
Lembre-se que a luz pode mudar muito o aspecto de sua casa ou loja, com influência direta no seu conforto, humor e bem estar.
FONTE: UOL (Casa e Imovéis)
LINK:http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/arquitetura/quais-sao-os-tipos-de-lampadas-incandescentes.jhtm
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Quais são as lâmpadas fluorescentes?
Vamos falar um pouco sobre as lâmpadas frias, ou fluorescentes.
Existem atualmente muitos tipos de lâmpadas fluorescentes. Mas, sempre que se fala nesse tema, uma lâmpada vem imediatamente à mente: o famoso tubo branco, geralmente usado aos pares nas luminárias. Esse tipo de lâmpada, ainda largamente utilizado e fabricado, existe há muitas décadas, e, muito provavelmente, acendia a sala de aula da escola onde você estudava quando era criança.
As lâmpadas fluorescentes funcionam graças a uma mistura existente dentro de seus tubos selados. Há diversas misturas, mas, a título de explicação, considerando a química comum de uma lâmpada fluorescente, que é um gás inerte (em geral o argônio) e o mercúrio. Além dos dois gases, o tubo possui uma camada de fósforo em sua parte interna e dois eletrodos nas pontas. Quando se acende o interruptor, a eletricidade passa por meio dos gases do tubo, criando reações químicas entre os elementos, o que gera luz. No entanto, essa luz gerada é do espectro ultravioleta, impossível de ser visto pelo olho humano. Para tornar essa luz visível é que entra o fósforo de revestimento do tubo.
As lâmpadas fluorescentes possuem uma vida útil muito maior do que as lâmpadas incandescentes, chegando a durar de quatro a seis vezes mais. Também consomem menos energia, pois são mais eficientes, ou seja, não perdem energia com calor e luz ultravioleta como as incandescentes. Essas duas qualidades fundamentais das lâmpadas fluorescentes fizeram com que, nas últimas décadas, houvesse um grande salto qualitativo na produção e consumo desse tipo. No Brasil, os episódios dos apagões, ocorridos alguns anos atrás, também impulsonaram o inicio do maior consumo das fluorescentes em residências.
Esse grande avanço nas pesquisas de lâmpadas fluorescentes favoreceu o surgimento de diversos tipos, que buscam compensar as diferenças de reprodução de cor e conforto que as lâmpadas fluorescentes originais possuíam em relação às tradicionais incandescentes. Os formatos também se multiplicaram: do antigo tubo, possuímos atualmente diversas dimensões, assim como lâmpadas compactas, torcidas, anéis redondos, formatos similares a incandescentes clássicas e muitos outros. Os suportes (ou forma de encaixe) dessas lâmpadas também mudaram muito, buscando uma maior facilidade na troca do sistema incandescente para fluorescente com uma rápida mudança de lâmpada.
Alem das lâmpadas fluorescentes caseiras comuns, que mencionamos acima, existe ainda uma série de lâmpadas dessa natureza que são largamente utilizadas com outros afins. As lâmpadas de sódio de alta e baixa pressão, lâmpadas de vapor metálico, lâmpadas de vapor de mercúrio e diversas outras.
Estas lâmpadas possuem muitas diferenças entre si em termos de cor, qualidade de luz, reprodução de cor, formato, potência, encaixe, consumo e forma de ativação. Mas o que é comum a todas são as características de serem as ideias para iluminar grandes espaços, como jardins, postes de rua, supermercados e até estádios de futebol. A potência dessas lâmpadas em geral é bastante alta e a luz que elas emitem dá brilho aos objetos e, materiais, texturas, etc.
No uso desse tipo de lâmpada, existem cuidadosas relações entre o resultado luminotécnico que se deseja obter, a manutenção e o custo de utilização dessas lâmpadas. Para se iluminar uma quadra de tênis em uma casa, por exemplo, se utiliza determinada lâmpada, que busca uma boa relação custo-benefício. Já para um estádio de futebol, em que os jogos têm de ser transmitidos, são usadas outras lâmpadas bem diferentes, que permitem aos espectadores assistir ao jogo com conforto, e às câmeras captar os lances. Finalmente um porto, por exemplo, utiliza lâmpadas em que a reprodução de cor é ruim, no entanto seu alcance é bastante grande. Ou seja, a qualidade cai, mas a área iluminada aumenta muito sem o custo ser excessivo. Com esses três exemplos corriqueiros fica fácil de perceber que esta é uma área complexa, bastante profissional.
Embora as lâmpadas fluorescentes em geral tenham uma variedade muito grande atualmente, procure utilizá-las em seu projeto com cuidado para obter um bom resultado. É um engano comprar todas as lâmpadas fluorescentes compactas iguais, por exemplo, e utilizá-las em todo o seu projeto. Existem temperaturas de cor variadas (que resultam em aspectos muito diferentes) e sempre é possível obter bons resultados mesclando fluorescentes e incandescentes.
Caso não possa procurar um profissional da área para auxiliá-lo em seu projeto ou obra, ficam duas dicas:
- Os grandes magazines de luminárias possuem arquitetos especializados que podem auxiliar muito na escolha de suas luminárias e lâmpadas, incluindo utilizações menos corriqueiras, como iluminação de jardim com lâmpadas de vapor metálico, por exemplo;
- Os sites dos fabricantes de lâmpadas são bastante completos e o ajudam a escolher as lâmpadas mais interessantes para cada ambiente de sua casa sem custo algum! Para os mais interessados, também são oferecidos cursos rápidos gratuitos por essas empresas, bastante eficientes.
LINK: http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/arquitetura/quais-sao-os-tipos-de-lampadas-fluorescentes.jhtm
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