quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Novo ventilador de teto com luminária vem inspirado no ecológico.






Criação patenteada e 100% brasileira, o ventilador Viva Oggi respeita a política ambiental dos três R's (reduzir, reciclar e reutilizar). A Viva Vento, marca brasileira de ventiladores de parede, sediada em Guarulhos, começa a disponibilizar a partir deste mês novo conceito de de ventilador de teto luminária, Viva Oggi.

O produto vem com a bandeira do ecológico. Fabricado com plásticos recicláveis ABS, PP e PS, o ventilador atende á politica ambiental dos três R's acima citados, até na embalagem, que se transforma em duas caixas ótimas para guardar trecos.

Concebido pelo artista plástico Claudio Callia e projetado pela Transoni Indústria de Componentes, de São Caetano do Sul, o Viva Oggi chega, ás pricipais redes varejistas do país, como nova alternativa nos projetos de decoração e arquitetura em residências, escritórios e hóteis, com preço seugerido de R$ 450 reais, pois executa com elegância e harmonia as funções de iluminação e climatização, sem oferecer riscos de acidentes.

Arte aplicada, com patente de invenção, o Viva Oggi é diferente dos demais ventiladores de teto, porque não possui hélices soltas. É uma peça única, branca com detalhes em tom de prata que remetem ao aço escovado e de formato quadrado (422,50 cm²), iniciado por uma área de iluminação , com uma pequena pirâmede embutida e invertida no centro. Dentro da pirâmede ocorre a ventilação periférica, exposta por pequenas aletas que abrem e fecham independentemente da luminária.

Fixo a uma bandeja, o produto oferece 2 opções de iluminação e três velocidades de ventilação, acionadas por teclas que emitem sinais sonoros, úteis para deficientes visuais. Um terceiro botão, de função rápida, permite acender 4 de um total de 8 lâmpads frias de 15 watts, e acionar o ventilador após 2 segundos, com timer para desligamento opcional de 30, 60 e 120 minutos.

Características:

Produto: Viva Oggi.
Dimensões: Largura: 65 x 65 cm / Altura: 37 cm.
Peso aproximado: 6 kg.
Preço sugerido: R$ 450,00 reais.
Acionamento - Simultâneo ou independente.
Iluminação ajustável - intensa ou suave (8 lâmpadas de 15 watts fluorescentes).
Capacidade de ventilação - Três velocidades nação - 60 watts a 120 watts (suficiente para ambientes de 20m² e 25m²).
Ventilação silenciosa temporizadas.
Patente de invenção: PI 0104018-9.

Informações sobre onde comprar o produto: http://www.vivavento.com.br/


FONTE: Maxpress Net / Companhia de Imprensa.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Philips impulsiona a doação de energia eficiente com iluminação LED para aplicações de interiores com downlight LuxSpace.

A Philips estenderá o recurso de iluminação profissional LED em aplicações de interiores apresentando uma nova família de luminárias com lâmpadas LED com elevada eficiência energética, são downlights LuxSpace. Com 80% da iluminação dos escritórios do mundo se baseando em tecnologias defasadas, com energia ineficiente, a extenção do LuxSpace permite aos instaladores de luz fazer uma simples mudança para uma alta potência; isso representa energia eficiente de fonte de luz branca LED. Utilizando todo conhecimento da Philips em soluções LED, os downlights LuxSpace economizam até 50% de energia (comparando com as lâmpadas fluorescentes compactas). Este nível de eficiência energética está entre os melhores do seto de iluminação e teria um impacto especial em ambientes onde downlights como LuxSpace são normalmente usados.

Uma pesquisa da Philips identificou, por exemplo, que um prédio comercial de 5.0000 m² usando tecnologia de iluminação defasada e ineficiente poderia economizar 300.000 euros em custos operacionais e 10.000 tonelada de emissão de CO2 em 15 anos com a atualização para a tecnologia mais recente, como a LuxSpace.

Sem comprometer a qualidade de luz

Criado desde o início para a iluminação LED, os downlights LuxSpace operam como um único sistema, proporcionando eficácia tão elevada quanto 63lm / W. Cada downlight proporciona uma elevada qualidade de luz branca e consistência de cores que é ideal para diversas aplicações de iluminação, tais como corredores e salas de conferência, onde a qualidade da luz e desempenho são fundamentais.

Os LuxSpace downlights estão disponíveis em três tamanhos e oferecem uma opção de saída e acessórios para garantir o máximo desempenhoem todas as aplicações. Os downlights apresentam um design compacto, ajudando a reduzir o desperdício. As soluções também são muito fáceis de instalar, além disso, seu desempenho robusto e 50.000 horas de vida reduzem a necessidade de reposição que geralmente são caras e consomen tempo.

Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site: http://www.philips.com.br/



FONTE: www.brasilengenharia.com.br

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Projeto e consultoria grátis para construção da casa própria.

Entidades que prestam serviços gratuitos na área de construção são opções seguras para quem quer construir ou reformar sem gastar muito.

Procurar por entidades que prestam serviços gratuitos de arquitetura e engenharia civil é uma maneira segura e barata de conseguir orientação na hora de projetar, construir ou reforma. No Paraná, ao menos três instituições oferecem esses serviços.

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (Crea-PR) oferecem o Casa Fácil: assessoria técnica gratuita para moradias populare. Em mais de 20 anos, a iniciativa já beneficiou 145 mil famílias em 300 municípios do Paraná. "É importante ressaltar que não construímos as casas. Nosso intuito é deslocar um profissional que orienta o responsável pela obra", explica Luis Carlos Reis, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Largo, uma das 60 entidades parceiras do programa no estado.

Quem recorre ao Casa Fácil ainda fica isenta das taxas cobradas pelo Crea-PR e não tem despesas com o projeto da moradia. "Em uma obra popular, esse desconto pode render uma economia de até R$ 2 mil reais", comenta.

A pessoa deve ter renda abaixo de três salários mínimos e o terreno onde vai construir a casa em seu nome. "A moradia a ser construída deve ter até 70 metros quadrados de área e só pode ser realizada uma edificação por terreno", explica.

Para se increver no projeto, o interessado deve procurar a prefeitura local ou a associação de engenheiros e arquitetos da cidade.


Sustentabilidade

Já para quem está interessado em tornar seu imovél mais sustentável, mas não sabe como fazê-lo, uma opção é a consultoria gratuita da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Paraná (AsBEA-PR). "Esse trabalho consiste em tirar dúvidas das pessoas sobre sustentabilidade e passar conceitoscomo economia de luz, energia e água, além de sugerir atitudes que podem tornar a casa menos agressiva ao meio ambiente", explica Gustavo Pinto, presidente da entidade.

Lançado na 18° Feira de Imovéis da Ademi-PR, o serviço não tem data para terminar. "Nossa idéia é mantê-lo pelo máximo de tempo possível e atender o máximo de pessoas". Para se inscrever é só ligar para AsBEA-PR, que fará uma triagem e agendará um horário com um arquiteto.

O Escritório Modelo de Arquitetura e Engenharia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), há três meses, é outro exemplo de serviço gratuito na área da construção. É formado por 17 alunos de Engenharia Civil, Elétrica e Arquitetura e desenvolvem projetos em parceria com Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), o Crea-PR e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná (Sindarq-PR).

A iniciativa rendeu dois projetos na Lapa, atendendo 108 famílias do MST. "Nesse caso, acompanhamos a reforma das casas e coordenamos a construção de um novo prédio para a escola técnica local", explica Fágner Zadra, estudante de Engenharia Civil e presidente do escritório. Os interessados precisam procurar o Senge-PR, que é o responsável pela triagem e organização dos pedidos.

Serviço: AsBEA-PR: (41) 3024-0090 (Falar com Vanilma); Crea-PR: 0800-410067; Senge-PR: (41) 3224-7536

Reportagem de Rafaela Bortolin, especial para a Gazeta do Povo.

Fonte: RPC.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

BNDES financiará a construção de hotéis para a Copa

Ministro estima que turismo aumente 70% até 2016. Participantes do 11° CBRATUR alertam para a necessidade de ampliar a capacidade dos aeroportos brasileiros. Situação dos aeroportos brasileiros foi apontada como desafio para a Copa 2014.

O ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirmou na Câmar, que o BNDES deverá anunciar um programa para ampliar a rede hoteleira nacional. A abertura desses créditos deverá ajudar na ampliação da capacidade hoteleira das doze cidades sedes da Copa. Algumas dessas cidades, como Cuiabá, Belo Horizonte e Manaus oferecem hoje menos leitos que o exigido pela Federação Internacional das Associações de Futebol (FIFA).

Durante o 11° Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBRATUR), Barreto disse ainda que o país precisa ter humildade para aprender com as experiências de outros países e precisa sobretudo tomar cuidado para não repetir os erros cometidos durante a preparação para os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007. "Precisamos ter muito claro quais tarefas que precisam ser executadas por cada uma ds esferas de governo", afirmou.

Segundo Barreto, o turismo nacional deve crescer de 60% a 70% até 2016. Mas para isso, é preciso vencer a agenda apertada. Os principais desafios, na avaliação do ministro, são a  mobilidade urbana, as arenas esportivas, a qualificação profissional, incluindo o ensino do inglês e espanhol, e a situação dos aeroportos.

Aeroportos

O problema dos aeroportos também foi destacado por outros convidados."Alguns [aeroportos] já estão à beira do caos e essas não são questões que se possa resolver de um ano para o outro. Como crescimento do país, se novos investimentos em aeroportos não começarem logo, estaremos correndo muito risco", alertou o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).

Na opinião do secretário Nacional de Futebol do Ministério dos Esportes, Alcino Rocha, a atual capacidade de aeroportos do país não daria conta nem para o deslocamento dos brasileiros na Copa. "Imagina com turistas".

Rocha explicou que mesmo quem está acompanhando o noticiário não tem uma noção completa das dimensões de uma Copa. "Nesses acontecimentos, um simples treino da seleção é acompanhado por mais de mil jornalistas", exemplificou.

Segundo ele, em 2006 a Alemanha recebeu um número recorde de 2 milhões de turistas. Enquanto a meta para a África do Sul (2010) é receber cerca de 500 mil visitantes, número igual ao recebido ela França (1998) e superior aos cerca de 400 mil turistas que visitaram a Córeia e o Japão (2002) e os Estados Unidos (1994).


FONTE: Portal da Câmara

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Viciados em reformas e obras movimentam mercado da construção civil


Tem gente que não pode  ouvir falar em obra que entra em pânico. Faz reforma uma vez na vida por necessidade e pronto. Do lado oposto, existe quem não abre a mão de quebrar uma parede, pintar o quarto, fazer uma nova churrasqueira no quintal... Para esses, não há vida sem obras. Elas viraram mania, hábito, prazer e, em alguns casos, até vício.

Desde setembro, os fissurados por obras ajudaram a dobrar o número de projetos de arquitetura no Distrito Federal, além de aumentar 30% as vendas de  materiais de construção. Para deixar a casa em ordem, a tempo das festas de fim de ano, muita gente investiu pesado. As intervenções vão desde uma simples mudança de móveis até uma casa completamente refeita. A maioria das pessoas com esse perfil é aposentada e tem estabilidade financeira.

Nas lojas de construção, de tão cativos, esse clientes são conhecidos pelo nome. "São eles que sustentam o segmento", chega a dizer o superintendente do Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção do DF (Sindmac-DF), Sérgio Talamonte. Não são raros, segundo ele, os que compram um apartamento novo, por exemplo, e não deixam de fazer todas as adaptações  que acham necessárias. Acabam transformando o imóvel em outro, sob alegação de que gostam de obras.

O mercado torce para que essa mania por construção pegue. "A gente queria que todo mundo tivesse um espírito inovador. O maior grupo ainda é o dos que querem algo definitivo, que não arriscam a inovar tant, construir e reconstruir", comenta o sócio-fundador da Associação Brasiliense dos Designers de Interiores (Abradi), Hélio Albuquerque. Ele acredita que os moradores de Brasília, por viajarem muito, tendem a querer novidades em casa com frequência.

Em muitos casos, mesmo sem necessidade aparente de nova reforma, a pessoa opta por ela em busca de renovação. Não são, necessariamente, clientes inseguros ou eternamente insatisfeitos. A interpretação é que a obra provoca uma mudança de vida, inclusive. Ocupa o tempo, vira terapia. "São pessoas que sentem prazer com isso. Possui senso estético, visão espacial. Se fossem arquitetas, seriam brilhantes", afirma a arquiteta Yeda Garcia, presidente da Abradi.



Por Diego Amorin

FONTE: Correio Brasiliense

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Veja como instalar a caixa tipo "L"



  • Notas:
  • No Sistema Estrela, o ramal de entrada e os ramais de distribuição secundário devem ser feitos com quatro condutores;
  • O balanceamento da carga deve ser feito no ramal de distribuição secundário;
  • Na Caixa de Dispositivo de Proteção e Manobra (CDPM) pode ser instalado disjuntor ou chave com fusível NH;
  • Para seção de cabos diferentes dos acima descritos deve ser apresentado projeto de entrada com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART);
  • Para instalação interna a construção de pingadeira não é necessária;
  • As caixas podem ser instaladas no máximo, até 18 metros de distância do poste particular. 

FONTE: AES Eletropaulo

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Veja como instalar a caixa tipo "K"




  • Notas:
  • Para fixar o eletroduto ao poste utilize braçadeira ou cinta de aço galvanizado;
  • O condutor do ramal de entrada deve ser no mínimo de 10mm² e o máximo de 95 mm²;
  • Na CDPM deve ser instalado disjuntor ou fusível NH para o máximo de 200A;
  • Para instalação interna a construção de pingadeira não é necessária;
  • Para seção de cabos diferentes dos acima descritos deve ser apresentado projeto de entrada com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).


FONTE: AES Eletropaulo