terça-feira, 20 de julho de 2010

Como economizar energia elétrica em casa.

Chegou o dia de abrir aquela conta de luz e adivinha? De novo o valor é maior do que o esperado.

Na conta de luz de uma casa, do gasto total; a iluminação é responsável por 14% do consumo de energia; um percentual grande, porém fácil de economizar.

Então, o que você pode fazer para economizar energia em sua casa?

Saiba que o simples fato de mudar a lâmpada de sua casa pode reduzir em até 80% o consumo de energia.

O horário das 19hs às 23hs é o período que mais consome energia elétrica decorrente do uso de lâmpadas. Se todas as casas substituíssem os tradicionais modelos de lâmpadas incandescentes pelas lâmpadas econômicas, a redução do consumo de energia chegaria aos incríveis 37% no horário de pico (das 20hs às 22 horas), segundos dados da Abilumi.

Conheça as lâmpadas e economize energia

O LED (Diodo emissor de luz em inglês) e a lâmpada fluorescente compacta são as melhores opções para economizar energia.

As lâmpadas fluorescentes iluminam mais que as incandescentes de potência equivalente. "Graça a isso, é possível utilizar uma lâmpada fluorescente compacta de 15W no lugar de um incandescente de 60W para contar, no mínimo, com a mesma quantidade de luz", explica o diretor comercial da Golden, Ricardo Cricci.

A lâmpada incandescente equivale a 50% do consumo de lâmpadas no Brasilas e usa apenas 10% da energia que consome para gerar luz. Já a lâmpada fluorescente usa 25% da energia total consumida por uma incandescente com potência equilavente. Isto significa uma economia real de energia elétrica da ordem de 75% por lâmpada.


Cada lâmpada fluorescente usada permite reduzir o consumo de energia elétrica em até cinco vezes; uma economia mensal de R$ 2,00 reais por ponto na conta de luz de sua casa.

Além disso, Ricardo Cricci alega que a lâmpada fluorescente tem a vantagem de durar até oito anos dependendo da forma como é consumida. Durante o mesmo período, uma casa que usa incandescente efetuaria oito trocas pelo menos.

Fazendo a simples troca de lâmpadas você já consegue reduzir muito o consumo de energia elétrica de sua casa, porém outras mudanças cimples de hábitos vão ajudar você a economizar mais.

Outra dicas:

  • Aproveite o verão e a luz solar. Deixe as cortinas abertas para a luz entrar;
  • Permaneça com as janelas abertas para ventilar evitando maior tempo de consumo de ventilador ou ar condicionado;
  • Banhos rápidos. Aproveite os dias quentes e posicione a chave do chuveiro para a estação verão.
  • Acumule o maior número de roupas quando for passar ou lavar. O ferro consome muita energia. Pendure a roupa corretamente pela parte de baixo e com o pregador para mantê-las o mais esticado possível. Ao tirar a roupa do varal se não for passar na hora, dobre, não deixe tudo embolado.
  • Geladeira: evite o abre e fecha constante. Sempre que abrir feche logo. Não fique com ela aberta escolhendo o que comer. Não coloque alimentos quentes direto na geladeira, isso faz com que ela gere mais energia para gelar o alimento, logo consome mais.
  • Após carregar celulares ou notebooks retire as fontes da tomada, pois ligadas na tomada consomem energia mesmo não estando carregando.
  • Evite deixar aparelhos em stand by, eles estão desligados, mas aquele pontinho vermelho consome energia. Mas se você não consegue dormir sem a TV ligada, eles ainda são as melhores opções.
FONTE: Portal da Iluminação
POR: Bebel Ferreira

terça-feira, 6 de julho de 2010

Glossário: Termos e Definições sobre Iluminação. De R - W

Tire suas dúvidas sobre os termos referentes a iluminação.


Reator Eletrônico: Este tipo de reator utiliza componentes eletrônicos e, tipicamente, operam lâmpadas fluorescentes em freqüências na faixa de 25-35 kHz. As vantagens são: aumento da eficiência da lâmpada, redução da potência consumida pelo sistema (lâmpada + reator), tamanho mais compacto e peso mais leve quando comparado com os reatores eletromagnéticos. Reatores eletrônicos também podem ser utilizados com lâmpadas HID, mas, os circuitos são completamente diferentes.

Reatores: Equipamento auxiliar projetado para proporcionar a partida das lâmpadas, tais como as de descarga, bem como prover tensão e corrente elétrica adequada ao funcionamento das mesmas. Algumas lâmpadas requerem reatores com proteção térmica.

Temperatura da Cor (Cromaticidade): Medida científica do equilíbrio dos comprimentos de onda encontrados  em qualquer luz "branca". Originalmente, o termo é utilizado para descrever a "brancura" da luz da lâmpada incandescente. A temperatura da cor está diretamente relacionada com a temperatura física do filamento nas lâmpadas incandescentes, de forma que a escala de temperatura Kelvin (K) é utilizada para descrever a temperatura da cor. Para lâmpadas de descarga, onde nenhum filamento está envolvido, o termo "temperatura de cor correlatada" (TCC) é utilizado para indicar que a luz aparece "como se" a descarga estivesse operando em uma dada temperatura da cor. A cromaticidade é expressa em Kelvins (K) ou como coordenadas "x" e "y" no Diagrama de Cromaticidade da CIE. Muito embora isto não possa ser considerado fisicamente, uma temperatura de cor mais alta (K) descreve uma fonte de luz azulada, visualmente "fria". As temperaturas de core típicas são: 2800K (Incandescente); 3000K (Halógena); 4100K (Fluorescente branca fria ou SP41); 5000K (Cores fluorescentes simulando luz do dia, tais como a Chroma 50 e a SPX 50).

Tensão (V): É a força eletromotiva em um aparelho ou circuito elétrico expressa em volts. A tensão pode ser comparada como sendo análoga à pressão na linha d'água.

Tensão de Projeto (V): É a tensão para a qual a lâmpada tem todas as suas características projetadas: Fluxo luminoso, corrente, potência e vida média, em condições de laboratório. Para as lâmpadas que são indicadas com uma faixade tensão, ex: 115-120, elas são projetadas para a tensão média da faixa, ex.: 118 volts. As lâmpadas só estão disponíveis nas tensões de projeto indicadas. Ao solicitar lâmpadas que possuem mais de uma voltagem, esteja seguro de especificar a voltagem requerida. (Variações da tensão de alimentação podem afetar a vida da lâmpada significamente.)

Underwriters Laboratories (UL): Uma organização particular americana que testa e lista equipamento elétrico (e outros) quanto a segurança elétrica e de incêndio, de acordo com os padrões reconhecidos pelo UL e outros. Uma aprovação UL não é uma indicação de performance global. Geralmente, as lâmpadas não são testadas pelo UL, exceto para conjuntos de lâmpadas fluorescentes compactas - aqueles com bases rosqueadas e reatores incorporados.

Vida Mediana Nominal (horas): Corresponde ao valor no qual 50% das lâmpadas ensaiadas se mantém acesas sob condições controladas em laboratório. Esta vida não é necessariamente a vida em serviço, já que flutuações de tensão e outras influências ambientais podem resultar em um encurtamento da vida média. Por exemplo, é esperado que, em média, uma lâmpada Cristal de 60 watts queime após 1000 horas (220V) de acendimento. Assim, 1000 horas é o ponto no tempo onde 50% das amostras de testes queimaram e 50% ainda permanecem acesas.

Volt: Uma medida da "pressão elétrica" entre dois pontos. Quanto maior a voltagem, mais corrente será empurrada através de um esistor conectado pelas suas extremidade. A especificação de volts de uma lâmpada incandescente é a "pressão elétrica" exigida para alcançar o seu desempenho de projeto. A "voltagem" de um reator (por exemplo 127V) refere-se à voltagem de linha que ele deve ser conectado.

Watt (W): Uma unidade de potência elétrica. As lâmpadas são marcadas em watts para indicar o seu consumo de energia. A energia consumida multiplicada pelo tempo de utilização é igual a energia elétrica utilizada.

Watt-Miser: É um termo utilizado pela GE para indicar uma lâmpada de potência reduzida com características de desempenho (vida útil, rendimento de luz, etc.) tais, que ela pode de maneira geral substituir diretamente um produto de potência mais alta. As lâmpadas Watt-MIser estão disponíveis em uma ampla gama de tipos de lâmpadas HID, fluorescentes e incandescentes..


FONTE: GE Iluminação

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Glossário: Termos e Definições sobre Iluminação. De L a Q.

Tire suas dúvidas sobre os termos referentes a iluminação.

Lâmpada: Termo utilizado para se referir ao conjunto completo da fonte de iluminação, incluindo as peças internas bem como o tubo ou o bulbo externo. "Lâmpada", também é utilizado para se referir ao tipo de luminária para pequena iluminação, tal como, uma lâmpada de mesa.

Lâmpada de Descarga de Alta Intensidade (HID): Um termo geral para lâmpadas de vapor de  mercúrio, vapores metálicos (GE Multi-Vapor, MXR ou Arcstream) e vapor de sódio de alta pressão (Lucalox GE). As lâmpadas HID contém tubos de arcos compactos, que contém sais de metais e gases diversos em temperaturas e pressões relativamente altas.

Lâmpada de Sódio de Alta-Pressão (HPS): Um nome génerico para a lâmpada Lucalox GE. As lâmpadas HPS são fontes de luz de descarga de alta intensidade, que produzem luz por uma descarga elétrica diretamente no vapor de sódio em temperaturas e pressões relativamente altas.

Lâmpada de Vapores Metálicos: Uma fonte de luz de descarga de alta intensidade na qual a luz é produzida pela irradiação proveniente do mercúrio, mais os haletos dos metais, tais como sódio, scandio, índio e disprósio. Alguns tipos de lâmpadas podem também utilizar revestimentos fosforosos. Os nomes comerciais GE destas lâmpadas incluem: Multi-Vapor, XL, Watt-Miser, Chromafit e Arcstream.

Lâmpada Fluorescente Compacta (CFL): É o Termo geral aplicado às famíliasde lâmpadas fluorescentes de diâmetros menores (por exemplo, a GE T4 e T5), algumas das quais foram construídas com reatores e bases rosqueadas para substituição fácil das lâmpadas incandescentes. As lâmpadas fluorescentes utilizam aproximadamente de 60% a 80% menos eletricidade do que as lâmpadas incandescentes convencionais, com níveis de lumens semelhantes e com a vida até 20 vezes mais longa. Elas produzem tonalidades de luz brancas "mornas" que são semelhantes às das luz incandescentes.

Lâmpada Fluorescentes: Uma lâmpada de alta eficiência que utiliza uma descarga elétrica diretamente de vapor de mercúrio de baixa pressão para produzir energia ultravioleta (UV). A UV excita os materias fosforos aplicados como uma fina camada no interior de um tubo de vidro, o qual integra a estrutura da lâmpada. O fósforo transforma a UV para luz invisível.

Lâmpada Halógena:  Nome de forma abreviada para uma lâmpada de tungstênio-halógeno. As lâmpadas halógenas são lâmpadas incandescentes de pressão alta contendo gases halógenos tais como o iodo ou o bromo, os quais permitem que os filamentos operem em temperaturas mais altas e que tenham eficiências luminosas maiores. Uma reação química que ocorre à alta temperatura envolvendo o tungstênio e o gás halógeno, recicla as partículas evaporadas do tungstênio de volta para a superfície do filamento.

Lâmpada Halógena-IR (HIR): Designação GE para uma forma nova da lâmpada tungstênio-halógeno de alta eficiência. As lâmpadas HIR utilizam tubos com formato especial, onde é colocado o filamento em seu interior, revestidos com numerosas camadas de materiais os quais, seletivamente, refletem a energia infra-vermelha e transmitem a luz. Refletindo o infra-vermelho de volta para os filamentos, reduzem a energia necessária para manter o filamento aquecido.

Lâmpada Incandescente: Lâmpada que proporciona luz quando um filamento é aquecido até a incandescência por uma corrente elétrica. As lâmpadas incandescentes são a forma mais antiga de tecnologia de iluminação elétrica.

Lâmpada PAR: PAR é um acrónimo para um Refletor Aluminizado Parabólico. Uma lâmpada PAR, que pode utilizar um filamento incandescente, um tubo de filamento halógeno ou tubo de arco HID, é uma lâmpada refletora com preciso facho de luz e maior pressão interna dos gases. Ela é fabricada com vidro resistente ao calor (hard glass) e controla o seu facho de luz por meio do seu refletor interno e de uma lente com prismas e difusores.

Lâmpada Refletora: Pode ser uma lâmpada incandescente, fluorescente compacta ou HID com um bulbo com superfície refletora. As versões incandescente e HID são fabricadas de uma peça única de vidro alcalino ou borosilicato. As versões CFL podem ser de peça única ou podem ser projetadas de forma que a lâmpada interna possa ser substituída.

Lâmpada Refletora Elíptica (ER): Uma lâmpada incandescente com um refletor de formato elíptico, Este formato produz um ponto focal à frente da parte frontal da lâmpada, o que reduz a absorção da luz em alguns tipos de luminárias. Isto é particularmente positivo quando a lâmpada é utilzada em luminárias embutidas, pois reduz a perda de luz no interior da luminárias.

Lâmpada Watt-Miser ®: Marcar registrada da GE para lâmpadas economizadoras de energia para troca direta.

Lumen (lm): A unidade internacional (SI) do fluxo luminoso ou quantidade de luz. Uma vela de jantar emite cerca de 12 lumens. Uma lâmpada incandescente Cristal de 60W é muito mais potente com cerca de 864 lumens. Fotometricamente, ele é o fluxo luminoso emitido dentro de um ângulo sólido unitário (um steradiano) por uma fonte pontual tendo a intensidade luminosa  uniforme de uma candela.

Lumen por Watt (Lpw): Uma avaliação da eficiência de uma fonte de iluminação. A eficiência é facilmente calculada tornando-se o fluxo luminoso (lumen) de uma lâmpada e dividindo-o pela potência (watt) da lâmpada. Por exemplo, 100 watts produzindo 1750 lumens tem uma eficiência de 17,5 lumens  por watt. Exemplos: a primeira lâmpada de Edison: 1,4 lpw; lâmpadas incandescentes: 10 a 40 lpw; lâmpadas halógenas: 20 a 45 lpw; lâmpadas fluorescentes: 35 a 100 lpw; lâmpadas vapor de mercúrio: 50 a 60 lpw; lâmpadas multi-vapor: 80 a 125 lpw; lâmpadas vapor de sódio de alta pressão: 100 a 140 lpw.

Lumens Médios: É o rendimento médio de luz de uma lâmpada relacionada com sua vida útil publicada. Para lâmpadas multi-vapor e fluorescentes, os lumens médios são avaliados a 40% da vida útil publicada da lâmpada. Para lâmpadas de vapor de mercúrio, incandescentes e de vapor de sódio de alta-pressão, os lumens médios são avaliadas a 50% da vida útil publicada da lâmpada.

Luminância: É uma medida da sensação de claridade que o olho humano percebe da superfície. A luminância depende do tamanho aparente da superfície, dada pelo ângullo de observador, e da intensidade Luminosa emitida pela superfície na direção do olho. Sua unidade é a candela por metro quadrado (cd/m²). Ela também pode ser expressa em candelas por polegada², muito embora em unidades mais antigas, o 'foot-lambert' é ainda algumas vezes utilizado.

Luminária: Unidade completa de iluminação consistindo de uma lâmpada (ou lâmpadas), junto com as partes projetadas para distribuir a luz, posicionar, proteger e conectar a lâmpada com a fonte de energia.

Lux (lx): Unidade de iluminação do Sistema Internacional e é definida como um lumen uniformemente distribuído por uma área de um metro quadrado. Um lux é igual a 0,0929 footcandle.

Luz: O termo genericamente aplicado para a energia visível de uma fonte. Luz é normalmente medida em lumens ou candlepower. Quando a luz atinge uma superfície ela tanto poder absorvida, refletida ou transmitida.

Manutenção de Lumens: É como uma lâmpada mantém seu brilho original através de sua vida. A medida que uma lâmpada vive, ela reduz o seu nível de iluminação. As lâmpadas halógenas possuem alta manutenção de lumens, mantendo ao final de sua vida, praticamente, o mesmo brilho de quando eram novas. A manutenção do lumen é, usualmente, estabelecida como uma curva.

Máximo Comprimento Total (M.C.T): É o comprimento máximo de uma extremidade à outra lâmpada, expressa em polegadas ou milímetros.

Nanômetro: Unidade de medida da comprimento de onda igual a 10-9 metros.

Precise TM: Nome registrado da GE para lâmpadas refletoras dicróicas halógenas de baixa tensão, com bulbos MR-16 e MR-11, e com facho luminoso "frio".

Quartzline ®: Marca comercial registrada da GE para alguns tipos de lâmpadas tungstênio-halógenas.

Quilowatt (kW): Unidade de potência que representa mil watts (1 watt x 1.000 = 1 quilowatt).

Quilowatt-Hora (kWh): É a unidade padrão de energia elétrica e também a unidade de cobrança típica utilizadas pelas empresas de serviços públicos de eletricidade. Uma lâmpada de 100 watts operada por 10 horas consome 1000 watt-horas (100 x 10) ou 1 quilowatt-hora. Se a empresa de serviços públicos cobra $ 0,10/kWh, então, o custo da eletricidade para as 10 horas de operação poderia então ser 10 centavos (1 x 0,10).                  


FONTE: GE Iluminação
LINK: http://www.gelampadas.com.br/solucoes/glossario.asp

sábado, 3 de julho de 2010

Mini Disjuntores GE.





Os Mini-Disjuntores IEC termomagnéticos são destinados a proteção e manobra de circuitos elétricos, assegurando a proteção de instalações e equipamentos contra sobrecarga e curto-circuito.







Disponíveis em 1, 2 e 3 pólos, correntes nominais de 0,5 a 125 A, características de atuação B e C, com alta capacidade de ruptura. Atendem as normas IEC 60898 e IEC 60947-2.



FONTE: Revista Arquitetura & Construção
Ano: Novembro/2009

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A construção de um ambiente perfeito, exige qualidade na compra de produtos e requinte na escolha dos produtos.








A linha de interruptores e tomadas Lunare da Schneider Electric é a solução para todos os tipos de projetos. Arrojada e robusta possui placas resistentes. É oferecida em conjuntos montados ou módulos individuais e tem grande variedade de funções. Apresenta placas e módulos nas cores branca, delo e marfim. Como produtos diferenciados, a linha possui variador para ventilador, campainha de 2 tons, interruptor cartão para gerenciamento de iluminação, módulos de potência e itens para automação residencial.

Básica para todos ambientes, a linha Lunare é o recurso ideal para casa, loja ou escritório.


FONTE: Revista Arquitetura e Construção.
Ano: Novembro 2009

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cabo é melhor que Fio?


O consumidor que precisa contatar um profissional ou deseja, por conta própria, instalar um circuito de tomada ou de ilumiação para seu imóvel sempre tem dúvida sobre qual fio ou cabo utilizar. Afinal, cabo é melhor do que fio?

A norma técnica NBR 5410, que especifica as instalações elétricas de baixa tensão no Brasil, determina, por exemplo, que a seção mínima (bitola) para as tomadas de uso geral é de 2,5 mm² e para circuitos de iluminação é 1,5 mm², independente de ser fio sólido, cabo rigído ou cabo flexível, pois possuem a mesma capacidade de condução de corrente.

Embora os fios e cabos tenham as mesmas aplicações, durabilidade, qualidade e capacidade de transmissão de energia numa mesma seção nominal, a escolha de um ou de outro passa pela flexibilidade. Os cabos flexíveis proporcionam maior facilidade no manuseio, deslizam mais facilmente nos eletrodutos e agilizam a instalação ao descascar as pontas para efetuar as conexões.

Fio sólido e cabo rígido requerem cuidado no momento de passá-los pelo conduíte, para que a isolação não seja danificada.




Fonte: Sil (Ligadinho On-Line)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O que é Eletrofita?

A solução perfeita para instalações elétricas sem quebrar paredes.

Eletrofitas são condutores elétricos de alta tecnologia, que em forma de fita auto-adesiva, podem ser aplicadas a paredes, divisórias, drywall, lajes, tetos e pisos de maneira rápida e prática, sem deixar relevos nas superfícies.

Servem para a instalação de:  abajures, aparelhos de som, aquecedores, ar condicionado, computadores, ferros elétricos, home theater, linhas para alarmes, luminárias, pontos de luz, refrigeradores, telefonia, televisores, tomadas, ventiladores, video cassete e DVD.

Ambientes internos de: academias, agências bancárias, auditórios, clínicas, clubes, consultórios, edifícios, embarcações, escolas, escritórios, estandes de feiras, hospitais, igrejas, lojas, residências, salões de festas.

Com resistente revestimento isolante de policarbonato sobre ambas as faces, as laminas de metal condutor possuem ampla superfície, otimizando o fluxo de eletricidade e dissipação de calor.

Uma Eletrofita pode ser aplicada tanto na ampliação de instalações existentes, através da utilização dos conectores próprios, como para reformas de prédios ou redistribuição dos pontos de tomadas.

A distribuição interna de toda a rede elétrica pode ser executada também em prédios novos, sobre paredes acabadas ou não e sob pisos e azulejos.

Em prédios alugados, onde não se deseja quebrar paredes para fazer instalações temporárias, o uso da Eletrofita é ideal, pois a sua remoção é simples, possibilitando a restituição do imóvel nas suas condições originais.

Eletrofitas, depois de aplicadas, podem ser ocultadas sob papel de parede ou com pintura, na mesma tonalidade da superfície. Aceitam massa e tinta, tornando-se assim totalmente invisíveis. Uma tela de fibra de vidro garante proteção mecânica contra impactos. Consulte a linha de produtos e acessórios disponíveis.

Fabricadas por processo não poluente, com materiais de alta qualidade e 100% recicláveis, Eletrofitas são produtos ecologicamente corretos e o seu processo de instalação não produz poeiras ou vapores nocivos à saúde.


TIPOS DE ELETROFITAS.


Rolos de 25, 50 e 100 m



2,5 TOMADA SIMPLES - 750 V / 20 A - Duas Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm




2,5 TOMADA C/ FIO TERRA - 750 V / 20 A -Três Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm





1,5 ILUMINAÇÃO - 750 V / 15 A - Duas Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm




1,5 PARALELO - 750 V / 15 A - Três Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm




1,0 AUDIO ou HOME THEATER - Quatro Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm




1,0 SOM, ALARMES ou TELEFONIA - Duas Pistas.
Largura: 30 mm Espessura: 0,5 mm




1,0 VENTILADORES DE TETO - 750 V / 10 A - Cinco Pistas.
Largura: 60 mm Espessura: 0,5 mm



FONTE: ELETROFITAS