terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Segurança contra Incêndios.

O Portal Brasil de Engenharia disponibilizou em PDF, um estudo realizado por Áderson Guimarães Pereira*, onde discorre sobre Segurança Contra Incêndios / Engenharia da Construção Civil.


Nele, os leitores terão acesso a dados, estatísticas, causas, prevenções e outras informações que os auxiliarão na prevenção destes incidentes.


Clique Segurança contra Incêndios. e saiba mais sobre este estudo.


* Áderson é doutorando em Ensino de Ciências e Matemática, Mestre em Políticas Sociais, Pós-Graduado em Gestão de Segurança Contra Incêndios e Explosões e em Qualidade Total e Produtividade, Oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo.



FONTE: Portal da Engenharia
LINK: http://www.brasilengenharia.com.br/

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Schneider Electric apresenta botões com duplo e triplo comando para instalações elétricas.

O lançamento pode ser personalizado de acordo com a necessidade do cliente.

A Schneider Electric, especialista global na gestão de energia e automação, traz ao mercado as novas séries de botões com duplo e triplo comando. Da linha Harmony, o lançamento consiste em uma oferta completa, de fácil instalação e que não agride o meio ambiente. A novidade pode ser encontrada em três versõe, duplo-comando, duplo-comando com luz piloto e triplo-comando.

As unidades são indicadas para o uso em painéis e instalações elétricas, economizando espaço por conta de seu tamanho, design inovador e funcionalidades em um só aparelho. Um dos diferenciais da solução é a máxima flexibilidade oferecida, já que a linha Harmony possui sete opções de cores e marcações para o botão, atendendo a todas as necessidades dos consumidores.

O produto também conta com extrema robustez e ergonomia. Os botões com duplo e triplo comando oferecem ainda alta luminosidade na versão com luz piloto, além de marcações claras e fáceis.

Outros destaques do produto são os graus de proteção IP66 e IP69K, que previnem contra a penatração de jatos de água. Assim, os botões podem ser instalados em ambientes sujeitos a umidade. Além disso, a solução é fabricada em conformidade com a European ROHS (Restrição de Substâncias Perigosas) e atende ainda às normas IEC 60947-1, IEC 60947-5-1 e IEC 60947-5-4.

Visite o site http://www.scheneider-electric.com.br/ para maiores informações.




FONTE: Portal Brasil de Engenharia.
LINK: http://www.brasilengenharia.com.br/noticias.asp?noticia=6171

sábado, 16 de janeiro de 2010

A primeira lâmpada OLED do Mundo.



A OSRAM criou as primeiras lâmpadas de LED's orgânicos (OLED) que se tem notícia, e ainda chamou o lendário designer Ingo Maurer para criar esta luminária, a Early Future.

Esta luminária tem hastes com painéis OLED de 132 x 33 mm que podem ser giradas individualmente para mudar a direção das luzes. Ela foi produzida em edição limitada e  foi apresentada oficialmente na exposição Light & Building, em Frankfurt, na Alemanha.

Além desta luminária, o designer também criou a Flying Future, criada para o teto, que une 100 painéis OLED, além de outras opções de iluminação para paredes. Entre as características do OLED como fonte de luz, podemos destacar a leveza, flexibilidade e transparência do material, que dispensa o uso de refletores e de grandes bocais, com um efeito totalmente diferente das lâmpadas que estamos acostumado.

Saiba mais no site da OSRAM.

Visite o site de Ingo Maurer.






FONTE: Digital Drops








quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tomada com Extensão Elétrica Integrada





O designer Meysam Movahedi teve uma daquelas grandes idéias, simples e óbvias. "Como não pensei nisso antes!"

Rambler Socket é uma tomada com uma extensão elétrica embutida. Quando precisar de um pouco mais de fio é só soltar a tomada. Quando terminar é só dar um leve toque no cabo para ativar o mecanismo que enrola o fio automaticamente.

A Rambler Socket é apenas um conceito e não está sendo produzido comercialmente.

 










FONTE: Digital Drops
VIA YANKO DESIGN

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CNPq quer pesquisadores mestres e doutores nas empresas de construção civil.

Conselho Nacional de Desenvlvimento Científico e Tecnológico e Ministério da Ciência e Tecnologia vão financiar projetos de pesquisa desenvolvidos dentro das corporações.

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio da Secretária de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC), e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irão fincanciar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação desenvolvidos dentro das empresas.

O Edital RHAE - Pesquisador na Empresa já está disponível e a primeira das três rodadas de solicitação de bolsas, de até R$ 300 mil cada, se encerra em 22 de janeiro. As datas para solicitação de bolsas das etapas seguintes são de até 30 de abril e até 27 de agosto, exclusivamente pele internet no site http://carloschagas.cnpq.br/ 

O objetivo do o edital é apoiar a inserção de mestres e doutores em empresas de micro, pequeno e médio porte. Os bolsistas devem ser funcionários de uma empresa, que deverá realizar uma contrapartida mínima de 20% do valor da proposta, que pode abranger custeio de salário, de passagens, auxílio moradia, equipamentos, entre outros.

As propostas de projetos devem abordar os setores industriais, dentro dos temas: Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, Programas para Consolidar e Expandir Liderança, e Programas para Fortalecer Competitividade, dentro do qual se encaixa a Construção Civil. A execução do projeto deve ser de até 30 meses.

As informações completas encontram-se aqui e dúvidas podem ser esclarecidas pelo email editalrhae2009@cnpq.br.



FONTE: PINI WEB

LINK: http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/cnpq-quer-pesquisadores-mestres-e-doutores-nas-empresas-de-construcao-159661-1.asp

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

BNDES lança cartilha de apoio à Construção Civil.

Documento explica em detalhes os principais produtos financeiros do banco disponivéis para o setor.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançou neste mês a "Cartilha de Apoio à Construção Civil". Apresentada pelo departamento Regional Sul do Banco, o documento, disponível no site da entidade, tem como objetivo facilitar e ampliar o acesso às linhas de financiamento oferecidas pelo banco.

A cartilha apresenta as mais recentes linhas de crédito lançadas, como o Cartão BNDES, o BNDES Finame (Financiamentode Máquinas e Equipamentos), PEC (Programa Especial de Crédito), e o Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados.

Além disso, expõe os dados de como operar o financiamento por meio do banco e divulga o Programa BNDES Construção Civil, dividido em subprogramas: o BNDES Construção (dedicado aos fabricantes de materiais e sistemas construtivos) e o BNDES Construção Industrializada (direcionada aos itens financiáveis, como máquinas, equipamentos, obras civis, capacitação gerencial e capital de giro.

Clique aqui, para acessar a Cartilha de Apoio à Construção Civil.




FONTE: PINI WEB

LINK: http://www.piniweb.com.br/construcao/custos/bndes-lanca-cartilha-de-apoio-a-construcao-civil-159295-1.asp

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Obras no Rio de Janeiro têm de começar 5 anos antes - Jogos Olímpicos

Alerta é feito por engenheiros norte-americanos que coordenam a construção do Parque Olímpico de Londres, sede dos Jogos de 2010.

Engenheiros norte-americanos que coordenam a construção do Parque Olímpico de Londres, grandioso palco da maioria das disputas dos Jogos de 2012, fazem um alerta para o Rio, se da Olimpíada de 2016: as obras precisam começar pelo menos cinco anos antes do evento. "A estrutura carioca será ainda mais complexa que a britânica", observa Lee MacIntire, presidente da CH2M Hill, empresa que cuida do projeto na capital inglesa. "Então é preciso ter muita atenção para cumprir prazos e manter a construção dentro do orçamento".

O temor é de que o Rio repita os erros dos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando gastou quase cinco vezes o esperado. "Deve-se evitar deixar tudo para última hora porque, quanto menos tempo houver, mais dinheiro vai se gastar".

A estrutura de Londres está prevista para ser totalmente entregue pelo menos um ano antes dos Jogos. A intenção é fazer uma série de eventos-teste nos estádios que serão palcos das disputas. A Arena O2m, o Estádio de Wembley e as quadras de grama All England Tennis Club, onde é disputado o Grand Slam de Wimbledon, todos fora do complexo olímpico, já estão prontos para o evento e são utilizados com freqüencia.

"Ninguém falava dos Jogos de Londres até acabarem os de Pequim. Mas, assim que a Olimpíada da China acabou, todas as atenções se voltaram para o Reino Unido", recorda Jacqueline Rast, executiva de grandes projetos da empresa americana e que coordena pessoalmente o projeto. "O Rio vai passar por isso. Mas precisa ter paciência, fazer as coisas com calma e não querer tudo pronto quando os Jogos de Londres terminarem. É necessário planejar bem, e a gente espera que agora o Comitê Olímpico Brasileiro esteja nessa fase".

O Parque Olímpico londrino também servirá de exemplo para o Brasil em outro sentido importante: além de ser entregue com antecedência e estabelecer um patamar tecnológico avançado, vai deixar um legado para a zona leste da capital inglesa. Sua construção está levando à revitalização e descontaminação da terra e de mananciais de Stratford, talvez o bairro mais degradado da cidade.

A região ainda ganhará três estações de metrô, uma universidade, um grande condomínio com 3,6 mil apartamentos (a vila olímpica) e uma das maiores áreas verdes urbanas da Europa (2 milhões de metros quadrados). "È uma obr de proporções incríveis e de uma importância muito grande, especialmente para as pessoas dessa área pobre de Londres", explica Jacqueline Rast.

O orçamento total dos Jogos de Londres bate na casa dos R$38 bilhões. Só com as obras, os gastos chegam a cerca  de 100 milhões de libras (R$ 285 milhões) por mês de construção. "É muito dinheiro para se pensar apenas em estádios que serão usados por 15 dias. O Rio tem a obrigação de deixar um legado", diz a executiva.



Por Giuliander Carpes

FONTE: O Estado de São Paulo.