Conselho Nacional de Desenvlvimento Científico e Tecnológico e Ministério da Ciência e Tecnologia vão financiar projetos de pesquisa desenvolvidos dentro das corporações.
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio da Secretária de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC), e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irão fincanciar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação desenvolvidos dentro das empresas.
O Edital RHAE - Pesquisador na Empresa já está disponível e a primeira das três rodadas de solicitação de bolsas, de até R$ 300 mil cada, se encerra em 22 de janeiro. As datas para solicitação de bolsas das etapas seguintes são de até 30 de abril e até 27 de agosto, exclusivamente pele internet no site http://carloschagas.cnpq.br/
O objetivo do o edital é apoiar a inserção de mestres e doutores em empresas de micro, pequeno e médio porte. Os bolsistas devem ser funcionários de uma empresa, que deverá realizar uma contrapartida mínima de 20% do valor da proposta, que pode abranger custeio de salário, de passagens, auxílio moradia, equipamentos, entre outros.
As propostas de projetos devem abordar os setores industriais, dentro dos temas: Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, Programas para Consolidar e Expandir Liderança, e Programas para Fortalecer Competitividade, dentro do qual se encaixa a Construção Civil. A execução do projeto deve ser de até 30 meses.
As informações completas encontram-se aqui e dúvidas podem ser esclarecidas pelo email editalrhae2009@cnpq.br.
FONTE: PINI WEB
LINK: http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/cnpq-quer-pesquisadores-mestres-e-doutores-nas-empresas-de-construcao-159661-1.asp
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
BNDES lança cartilha de apoio à Construção Civil.
Documento explica em detalhes os principais produtos financeiros do banco disponivéis para o setor.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançou neste mês a "Cartilha de Apoio à Construção Civil". Apresentada pelo departamento Regional Sul do Banco, o documento, disponível no site da entidade, tem como objetivo facilitar e ampliar o acesso às linhas de financiamento oferecidas pelo banco.
A cartilha apresenta as mais recentes linhas de crédito lançadas, como o Cartão BNDES, o BNDES Finame (Financiamentode Máquinas e Equipamentos), PEC (Programa Especial de Crédito), e o Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados.
Além disso, expõe os dados de como operar o financiamento por meio do banco e divulga o Programa BNDES Construção Civil, dividido em subprogramas: o BNDES Construção (dedicado aos fabricantes de materiais e sistemas construtivos) e o BNDES Construção Industrializada (direcionada aos itens financiáveis, como máquinas, equipamentos, obras civis, capacitação gerencial e capital de giro.
Clique aqui, para acessar a Cartilha de Apoio à Construção Civil.
FONTE: PINI WEB
LINK: http://www.piniweb.com.br/construcao/custos/bndes-lanca-cartilha-de-apoio-a-construcao-civil-159295-1.asp
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançou neste mês a "Cartilha de Apoio à Construção Civil". Apresentada pelo departamento Regional Sul do Banco, o documento, disponível no site da entidade, tem como objetivo facilitar e ampliar o acesso às linhas de financiamento oferecidas pelo banco.
A cartilha apresenta as mais recentes linhas de crédito lançadas, como o Cartão BNDES, o BNDES Finame (Financiamentode Máquinas e Equipamentos), PEC (Programa Especial de Crédito), e o Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados.
Além disso, expõe os dados de como operar o financiamento por meio do banco e divulga o Programa BNDES Construção Civil, dividido em subprogramas: o BNDES Construção (dedicado aos fabricantes de materiais e sistemas construtivos) e o BNDES Construção Industrializada (direcionada aos itens financiáveis, como máquinas, equipamentos, obras civis, capacitação gerencial e capital de giro.
Clique aqui, para acessar a Cartilha de Apoio à Construção Civil.
FONTE: PINI WEB
LINK: http://www.piniweb.com.br/construcao/custos/bndes-lanca-cartilha-de-apoio-a-construcao-civil-159295-1.asp
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Obras no Rio de Janeiro têm de começar 5 anos antes - Jogos Olímpicos
Alerta é feito por engenheiros norte-americanos que coordenam a construção do Parque Olímpico de Londres, sede dos Jogos de 2010.
Engenheiros norte-americanos que coordenam a construção do Parque Olímpico de Londres, grandioso palco da maioria das disputas dos Jogos de 2012, fazem um alerta para o Rio, se da Olimpíada de 2016: as obras precisam começar pelo menos cinco anos antes do evento. "A estrutura carioca será ainda mais complexa que a britânica", observa Lee MacIntire, presidente da CH2M Hill, empresa que cuida do projeto na capital inglesa. "Então é preciso ter muita atenção para cumprir prazos e manter a construção dentro do orçamento".
O temor é de que o Rio repita os erros dos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando gastou quase cinco vezes o esperado. "Deve-se evitar deixar tudo para última hora porque, quanto menos tempo houver, mais dinheiro vai se gastar".
A estrutura de Londres está prevista para ser totalmente entregue pelo menos um ano antes dos Jogos. A intenção é fazer uma série de eventos-teste nos estádios que serão palcos das disputas. A Arena O2m, o Estádio de Wembley e as quadras de grama All England Tennis Club, onde é disputado o Grand Slam de Wimbledon, todos fora do complexo olímpico, já estão prontos para o evento e são utilizados com freqüencia.
"Ninguém falava dos Jogos de Londres até acabarem os de Pequim. Mas, assim que a Olimpíada da China acabou, todas as atenções se voltaram para o Reino Unido", recorda Jacqueline Rast, executiva de grandes projetos da empresa americana e que coordena pessoalmente o projeto. "O Rio vai passar por isso. Mas precisa ter paciência, fazer as coisas com calma e não querer tudo pronto quando os Jogos de Londres terminarem. É necessário planejar bem, e a gente espera que agora o Comitê Olímpico Brasileiro esteja nessa fase".
O Parque Olímpico londrino também servirá de exemplo para o Brasil em outro sentido importante: além de ser entregue com antecedência e estabelecer um patamar tecnológico avançado, vai deixar um legado para a zona leste da capital inglesa. Sua construção está levando à revitalização e descontaminação da terra e de mananciais de Stratford, talvez o bairro mais degradado da cidade.
A região ainda ganhará três estações de metrô, uma universidade, um grande condomínio com 3,6 mil apartamentos (a vila olímpica) e uma das maiores áreas verdes urbanas da Europa (2 milhões de metros quadrados). "È uma obr de proporções incríveis e de uma importância muito grande, especialmente para as pessoas dessa área pobre de Londres", explica Jacqueline Rast.
O orçamento total dos Jogos de Londres bate na casa dos R$38 bilhões. Só com as obras, os gastos chegam a cerca de 100 milhões de libras (R$ 285 milhões) por mês de construção. "É muito dinheiro para se pensar apenas em estádios que serão usados por 15 dias. O Rio tem a obrigação de deixar um legado", diz a executiva.
Por Giuliander Carpes
FONTE: O Estado de São Paulo.
Engenheiros norte-americanos que coordenam a construção do Parque Olímpico de Londres, grandioso palco da maioria das disputas dos Jogos de 2012, fazem um alerta para o Rio, se da Olimpíada de 2016: as obras precisam começar pelo menos cinco anos antes do evento. "A estrutura carioca será ainda mais complexa que a britânica", observa Lee MacIntire, presidente da CH2M Hill, empresa que cuida do projeto na capital inglesa. "Então é preciso ter muita atenção para cumprir prazos e manter a construção dentro do orçamento".
O temor é de que o Rio repita os erros dos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando gastou quase cinco vezes o esperado. "Deve-se evitar deixar tudo para última hora porque, quanto menos tempo houver, mais dinheiro vai se gastar".
A estrutura de Londres está prevista para ser totalmente entregue pelo menos um ano antes dos Jogos. A intenção é fazer uma série de eventos-teste nos estádios que serão palcos das disputas. A Arena O2m, o Estádio de Wembley e as quadras de grama All England Tennis Club, onde é disputado o Grand Slam de Wimbledon, todos fora do complexo olímpico, já estão prontos para o evento e são utilizados com freqüencia.
"Ninguém falava dos Jogos de Londres até acabarem os de Pequim. Mas, assim que a Olimpíada da China acabou, todas as atenções se voltaram para o Reino Unido", recorda Jacqueline Rast, executiva de grandes projetos da empresa americana e que coordena pessoalmente o projeto. "O Rio vai passar por isso. Mas precisa ter paciência, fazer as coisas com calma e não querer tudo pronto quando os Jogos de Londres terminarem. É necessário planejar bem, e a gente espera que agora o Comitê Olímpico Brasileiro esteja nessa fase".
O Parque Olímpico londrino também servirá de exemplo para o Brasil em outro sentido importante: além de ser entregue com antecedência e estabelecer um patamar tecnológico avançado, vai deixar um legado para a zona leste da capital inglesa. Sua construção está levando à revitalização e descontaminação da terra e de mananciais de Stratford, talvez o bairro mais degradado da cidade.
A região ainda ganhará três estações de metrô, uma universidade, um grande condomínio com 3,6 mil apartamentos (a vila olímpica) e uma das maiores áreas verdes urbanas da Europa (2 milhões de metros quadrados). "È uma obr de proporções incríveis e de uma importância muito grande, especialmente para as pessoas dessa área pobre de Londres", explica Jacqueline Rast.
O orçamento total dos Jogos de Londres bate na casa dos R$38 bilhões. Só com as obras, os gastos chegam a cerca de 100 milhões de libras (R$ 285 milhões) por mês de construção. "É muito dinheiro para se pensar apenas em estádios que serão usados por 15 dias. O Rio tem a obrigação de deixar um legado", diz a executiva.
Por Giuliander Carpes
FONTE: O Estado de São Paulo.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Novo ventilador de teto com luminária vem inspirado no ecológico.
O produto vem com a bandeira do ecológico. Fabricado com plásticos recicláveis ABS, PP e PS, o ventilador atende á politica ambiental dos três R's acima citados, até na embalagem, que se transforma em duas caixas ótimas para guardar trecos.
Concebido pelo artista plástico Claudio Callia e projetado pela Transoni Indústria de Componentes, de São Caetano do Sul, o Viva Oggi chega, ás pricipais redes varejistas do país, como nova alternativa nos projetos de decoração e arquitetura em residências, escritórios e hóteis, com preço seugerido de R$ 450 reais, pois executa com elegância e harmonia as funções de iluminação e climatização, sem oferecer riscos de acidentes.
Arte aplicada, com patente de invenção, o Viva Oggi é diferente dos demais ventiladores de teto, porque não possui hélices soltas. É uma peça única, branca com detalhes em tom de prata que remetem ao aço escovado e de formato quadrado (422,50 cm²), iniciado por uma área de iluminação , com uma pequena pirâmede embutida e invertida no centro. Dentro da pirâmede ocorre a ventilação periférica, exposta por pequenas aletas que abrem e fecham independentemente da luminária.
Fixo a uma bandeja, o produto oferece 2 opções de iluminação e três velocidades de ventilação, acionadas por teclas que emitem sinais sonoros, úteis para deficientes visuais. Um terceiro botão, de função rápida, permite acender 4 de um total de 8 lâmpads frias de 15 watts, e acionar o ventilador após 2 segundos, com timer para desligamento opcional de 30, 60 e 120 minutos.
Características:
Produto: Viva Oggi.
Dimensões: Largura: 65 x 65 cm / Altura: 37 cm.
Peso aproximado: 6 kg.
Preço sugerido: R$ 450,00 reais.
Acionamento - Simultâneo ou independente.
Iluminação ajustável - intensa ou suave (8 lâmpadas de 15 watts fluorescentes).
Capacidade de ventilação - Três velocidades nação - 60 watts a 120 watts (suficiente para ambientes de 20m² e 25m²).
Ventilação silenciosa temporizadas.
Patente de invenção: PI 0104018-9.
Informações sobre onde comprar o produto: http://www.vivavento.com.br/
FONTE: Maxpress Net / Companhia de Imprensa.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Philips impulsiona a doação de energia eficiente com iluminação LED para aplicações de interiores com downlight LuxSpace.
A Philips estenderá o recurso de iluminação profissional LED em aplicações de interiores apresentando uma nova família de luminárias com lâmpadas LED com elevada eficiência energética, são downlights LuxSpace. Com 80% da iluminação dos escritórios do mundo se baseando em tecnologias defasadas, com energia ineficiente, a extenção do LuxSpace permite aos instaladores de luz fazer uma simples mudança para uma alta potência; isso representa energia eficiente de fonte de luz branca LED. Utilizando todo conhecimento da Philips em soluções LED, os downlights LuxSpace economizam até 50% de energia (comparando com as lâmpadas fluorescentes compactas). Este nível de eficiência energética está entre os melhores do seto de iluminação e teria um impacto especial em ambientes onde downlights como LuxSpace são normalmente usados.
Uma pesquisa da Philips identificou, por exemplo, que um prédio comercial de 5.0000 m² usando tecnologia de iluminação defasada e ineficiente poderia economizar 300.000 euros em custos operacionais e 10.000 tonelada de emissão de CO2 em 15 anos com a atualização para a tecnologia mais recente, como a LuxSpace.
Sem comprometer a qualidade de luz
Criado desde o início para a iluminação LED, os downlights LuxSpace operam como um único sistema, proporcionando eficácia tão elevada quanto 63lm / W. Cada downlight proporciona uma elevada qualidade de luz branca e consistência de cores que é ideal para diversas aplicações de iluminação, tais como corredores e salas de conferência, onde a qualidade da luz e desempenho são fundamentais.
Os LuxSpace downlights estão disponíveis em três tamanhos e oferecem uma opção de saída e acessórios para garantir o máximo desempenhoem todas as aplicações. Os downlights apresentam um design compacto, ajudando a reduzir o desperdício. As soluções também são muito fáceis de instalar, além disso, seu desempenho robusto e 50.000 horas de vida reduzem a necessidade de reposição que geralmente são caras e consomen tempo.
Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site: http://www.philips.com.br/
FONTE: www.brasilengenharia.com.br
Uma pesquisa da Philips identificou, por exemplo, que um prédio comercial de 5.0000 m² usando tecnologia de iluminação defasada e ineficiente poderia economizar 300.000 euros em custos operacionais e 10.000 tonelada de emissão de CO2 em 15 anos com a atualização para a tecnologia mais recente, como a LuxSpace.
Sem comprometer a qualidade de luz
Criado desde o início para a iluminação LED, os downlights LuxSpace operam como um único sistema, proporcionando eficácia tão elevada quanto 63lm / W. Cada downlight proporciona uma elevada qualidade de luz branca e consistência de cores que é ideal para diversas aplicações de iluminação, tais como corredores e salas de conferência, onde a qualidade da luz e desempenho são fundamentais.
Os LuxSpace downlights estão disponíveis em três tamanhos e oferecem uma opção de saída e acessórios para garantir o máximo desempenhoem todas as aplicações. Os downlights apresentam um design compacto, ajudando a reduzir o desperdício. As soluções também são muito fáceis de instalar, além disso, seu desempenho robusto e 50.000 horas de vida reduzem a necessidade de reposição que geralmente são caras e consomen tempo.
Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site: http://www.philips.com.br/
FONTE: www.brasilengenharia.com.br
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Projeto e consultoria grátis para construção da casa própria.
Entidades que prestam serviços gratuitos na área de construção são opções seguras para quem quer construir ou reformar sem gastar muito.
Procurar por entidades que prestam serviços gratuitos de arquitetura e engenharia civil é uma maneira segura e barata de conseguir orientação na hora de projetar, construir ou reforma. No Paraná, ao menos três instituições oferecem esses serviços.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (Crea-PR) oferecem o Casa Fácil: assessoria técnica gratuita para moradias populare. Em mais de 20 anos, a iniciativa já beneficiou 145 mil famílias em 300 municípios do Paraná. "É importante ressaltar que não construímos as casas. Nosso intuito é deslocar um profissional que orienta o responsável pela obra", explica Luis Carlos Reis, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Largo, uma das 60 entidades parceiras do programa no estado.
Quem recorre ao Casa Fácil ainda fica isenta das taxas cobradas pelo Crea-PR e não tem despesas com o projeto da moradia. "Em uma obra popular, esse desconto pode render uma economia de até R$ 2 mil reais", comenta.
A pessoa deve ter renda abaixo de três salários mínimos e o terreno onde vai construir a casa em seu nome. "A moradia a ser construída deve ter até 70 metros quadrados de área e só pode ser realizada uma edificação por terreno", explica.
Para se increver no projeto, o interessado deve procurar a prefeitura local ou a associação de engenheiros e arquitetos da cidade.
Sustentabilidade
Já para quem está interessado em tornar seu imovél mais sustentável, mas não sabe como fazê-lo, uma opção é a consultoria gratuita da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Paraná (AsBEA-PR). "Esse trabalho consiste em tirar dúvidas das pessoas sobre sustentabilidade e passar conceitoscomo economia de luz, energia e água, além de sugerir atitudes que podem tornar a casa menos agressiva ao meio ambiente", explica Gustavo Pinto, presidente da entidade.
Lançado na 18° Feira de Imovéis da Ademi-PR, o serviço não tem data para terminar. "Nossa idéia é mantê-lo pelo máximo de tempo possível e atender o máximo de pessoas". Para se inscrever é só ligar para AsBEA-PR, que fará uma triagem e agendará um horário com um arquiteto.
O Escritório Modelo de Arquitetura e Engenharia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), há três meses, é outro exemplo de serviço gratuito na área da construção. É formado por 17 alunos de Engenharia Civil, Elétrica e Arquitetura e desenvolvem projetos em parceria com Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), o Crea-PR e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná (Sindarq-PR).
A iniciativa rendeu dois projetos na Lapa, atendendo 108 famílias do MST. "Nesse caso, acompanhamos a reforma das casas e coordenamos a construção de um novo prédio para a escola técnica local", explica Fágner Zadra, estudante de Engenharia Civil e presidente do escritório. Os interessados precisam procurar o Senge-PR, que é o responsável pela triagem e organização dos pedidos.
Serviço: AsBEA-PR: (41) 3024-0090 (Falar com Vanilma); Crea-PR: 0800-410067; Senge-PR: (41) 3224-7536
Reportagem de Rafaela Bortolin, especial para a Gazeta do Povo.
Fonte: RPC.
Procurar por entidades que prestam serviços gratuitos de arquitetura e engenharia civil é uma maneira segura e barata de conseguir orientação na hora de projetar, construir ou reforma. No Paraná, ao menos três instituições oferecem esses serviços.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (Crea-PR) oferecem o Casa Fácil: assessoria técnica gratuita para moradias populare. Em mais de 20 anos, a iniciativa já beneficiou 145 mil famílias em 300 municípios do Paraná. "É importante ressaltar que não construímos as casas. Nosso intuito é deslocar um profissional que orienta o responsável pela obra", explica Luis Carlos Reis, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Largo, uma das 60 entidades parceiras do programa no estado.
Quem recorre ao Casa Fácil ainda fica isenta das taxas cobradas pelo Crea-PR e não tem despesas com o projeto da moradia. "Em uma obra popular, esse desconto pode render uma economia de até R$ 2 mil reais", comenta.
A pessoa deve ter renda abaixo de três salários mínimos e o terreno onde vai construir a casa em seu nome. "A moradia a ser construída deve ter até 70 metros quadrados de área e só pode ser realizada uma edificação por terreno", explica.
Para se increver no projeto, o interessado deve procurar a prefeitura local ou a associação de engenheiros e arquitetos da cidade.
Sustentabilidade
Já para quem está interessado em tornar seu imovél mais sustentável, mas não sabe como fazê-lo, uma opção é a consultoria gratuita da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Paraná (AsBEA-PR). "Esse trabalho consiste em tirar dúvidas das pessoas sobre sustentabilidade e passar conceitoscomo economia de luz, energia e água, além de sugerir atitudes que podem tornar a casa menos agressiva ao meio ambiente", explica Gustavo Pinto, presidente da entidade.
Lançado na 18° Feira de Imovéis da Ademi-PR, o serviço não tem data para terminar. "Nossa idéia é mantê-lo pelo máximo de tempo possível e atender o máximo de pessoas". Para se inscrever é só ligar para AsBEA-PR, que fará uma triagem e agendará um horário com um arquiteto.
O Escritório Modelo de Arquitetura e Engenharia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), há três meses, é outro exemplo de serviço gratuito na área da construção. É formado por 17 alunos de Engenharia Civil, Elétrica e Arquitetura e desenvolvem projetos em parceria com Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), o Crea-PR e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná (Sindarq-PR).
A iniciativa rendeu dois projetos na Lapa, atendendo 108 famílias do MST. "Nesse caso, acompanhamos a reforma das casas e coordenamos a construção de um novo prédio para a escola técnica local", explica Fágner Zadra, estudante de Engenharia Civil e presidente do escritório. Os interessados precisam procurar o Senge-PR, que é o responsável pela triagem e organização dos pedidos.
Serviço: AsBEA-PR: (41) 3024-0090 (Falar com Vanilma); Crea-PR: 0800-410067; Senge-PR: (41) 3224-7536
Reportagem de Rafaela Bortolin, especial para a Gazeta do Povo.
Fonte: RPC.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
BNDES financiará a construção de hotéis para a Copa
Ministro estima que turismo aumente 70% até 2016. Participantes do 11° CBRATUR alertam para a necessidade de ampliar a capacidade dos aeroportos brasileiros. Situação dos aeroportos brasileiros foi apontada como desafio para a Copa 2014.
O ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirmou na Câmar, que o BNDES deverá anunciar um programa para ampliar a rede hoteleira nacional. A abertura desses créditos deverá ajudar na ampliação da capacidade hoteleira das doze cidades sedes da Copa. Algumas dessas cidades, como Cuiabá, Belo Horizonte e Manaus oferecem hoje menos leitos que o exigido pela Federação Internacional das Associações de Futebol (FIFA).
Durante o 11° Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBRATUR), Barreto disse ainda que o país precisa ter humildade para aprender com as experiências de outros países e precisa sobretudo tomar cuidado para não repetir os erros cometidos durante a preparação para os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007. "Precisamos ter muito claro quais tarefas que precisam ser executadas por cada uma ds esferas de governo", afirmou.
Segundo Barreto, o turismo nacional deve crescer de 60% a 70% até 2016. Mas para isso, é preciso vencer a agenda apertada. Os principais desafios, na avaliação do ministro, são a mobilidade urbana, as arenas esportivas, a qualificação profissional, incluindo o ensino do inglês e espanhol, e a situação dos aeroportos.
Aeroportos
O problema dos aeroportos também foi destacado por outros convidados."Alguns [aeroportos] já estão à beira do caos e essas não são questões que se possa resolver de um ano para o outro. Como crescimento do país, se novos investimentos em aeroportos não começarem logo, estaremos correndo muito risco", alertou o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
Na opinião do secretário Nacional de Futebol do Ministério dos Esportes, Alcino Rocha, a atual capacidade de aeroportos do país não daria conta nem para o deslocamento dos brasileiros na Copa. "Imagina com turistas".
Rocha explicou que mesmo quem está acompanhando o noticiário não tem uma noção completa das dimensões de uma Copa. "Nesses acontecimentos, um simples treino da seleção é acompanhado por mais de mil jornalistas", exemplificou.
Segundo ele, em 2006 a Alemanha recebeu um número recorde de 2 milhões de turistas. Enquanto a meta para a África do Sul (2010) é receber cerca de 500 mil visitantes, número igual ao recebido ela França (1998) e superior aos cerca de 400 mil turistas que visitaram a Córeia e o Japão (2002) e os Estados Unidos (1994).
FONTE: Portal da Câmara
O ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirmou na Câmar, que o BNDES deverá anunciar um programa para ampliar a rede hoteleira nacional. A abertura desses créditos deverá ajudar na ampliação da capacidade hoteleira das doze cidades sedes da Copa. Algumas dessas cidades, como Cuiabá, Belo Horizonte e Manaus oferecem hoje menos leitos que o exigido pela Federação Internacional das Associações de Futebol (FIFA).
Durante o 11° Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBRATUR), Barreto disse ainda que o país precisa ter humildade para aprender com as experiências de outros países e precisa sobretudo tomar cuidado para não repetir os erros cometidos durante a preparação para os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007. "Precisamos ter muito claro quais tarefas que precisam ser executadas por cada uma ds esferas de governo", afirmou.
Segundo Barreto, o turismo nacional deve crescer de 60% a 70% até 2016. Mas para isso, é preciso vencer a agenda apertada. Os principais desafios, na avaliação do ministro, são a mobilidade urbana, as arenas esportivas, a qualificação profissional, incluindo o ensino do inglês e espanhol, e a situação dos aeroportos.
Aeroportos
O problema dos aeroportos também foi destacado por outros convidados."Alguns [aeroportos] já estão à beira do caos e essas não são questões que se possa resolver de um ano para o outro. Como crescimento do país, se novos investimentos em aeroportos não começarem logo, estaremos correndo muito risco", alertou o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
Na opinião do secretário Nacional de Futebol do Ministério dos Esportes, Alcino Rocha, a atual capacidade de aeroportos do país não daria conta nem para o deslocamento dos brasileiros na Copa. "Imagina com turistas".
Rocha explicou que mesmo quem está acompanhando o noticiário não tem uma noção completa das dimensões de uma Copa. "Nesses acontecimentos, um simples treino da seleção é acompanhado por mais de mil jornalistas", exemplificou.
Segundo ele, em 2006 a Alemanha recebeu um número recorde de 2 milhões de turistas. Enquanto a meta para a África do Sul (2010) é receber cerca de 500 mil visitantes, número igual ao recebido ela França (1998) e superior aos cerca de 400 mil turistas que visitaram a Córeia e o Japão (2002) e os Estados Unidos (1994).
FONTE: Portal da Câmara
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