Entidades que prestam serviços gratuitos na área de construção são opções seguras para quem quer construir ou reformar sem gastar muito.
Procurar por entidades que prestam serviços gratuitos de arquitetura e engenharia civil é uma maneira segura e barata de conseguir orientação na hora de projetar, construir ou reforma. No Paraná, ao menos três instituições oferecem esses serviços.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (Crea-PR) oferecem o Casa Fácil: assessoria técnica gratuita para moradias populare. Em mais de 20 anos, a iniciativa já beneficiou 145 mil famílias em 300 municípios do Paraná. "É importante ressaltar que não construímos as casas. Nosso intuito é deslocar um profissional que orienta o responsável pela obra", explica Luis Carlos Reis, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Largo, uma das 60 entidades parceiras do programa no estado.
Quem recorre ao Casa Fácil ainda fica isenta das taxas cobradas pelo Crea-PR e não tem despesas com o projeto da moradia. "Em uma obra popular, esse desconto pode render uma economia de até R$ 2 mil reais", comenta.
A pessoa deve ter renda abaixo de três salários mínimos e o terreno onde vai construir a casa em seu nome. "A moradia a ser construída deve ter até 70 metros quadrados de área e só pode ser realizada uma edificação por terreno", explica.
Para se increver no projeto, o interessado deve procurar a prefeitura local ou a associação de engenheiros e arquitetos da cidade.
Sustentabilidade
Já para quem está interessado em tornar seu imovél mais sustentável, mas não sabe como fazê-lo, uma opção é a consultoria gratuita da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Paraná (AsBEA-PR). "Esse trabalho consiste em tirar dúvidas das pessoas sobre sustentabilidade e passar conceitoscomo economia de luz, energia e água, além de sugerir atitudes que podem tornar a casa menos agressiva ao meio ambiente", explica Gustavo Pinto, presidente da entidade.
Lançado na 18° Feira de Imovéis da Ademi-PR, o serviço não tem data para terminar. "Nossa idéia é mantê-lo pelo máximo de tempo possível e atender o máximo de pessoas". Para se inscrever é só ligar para AsBEA-PR, que fará uma triagem e agendará um horário com um arquiteto.
O Escritório Modelo de Arquitetura e Engenharia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), há três meses, é outro exemplo de serviço gratuito na área da construção. É formado por 17 alunos de Engenharia Civil, Elétrica e Arquitetura e desenvolvem projetos em parceria com Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), o Crea-PR e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná (Sindarq-PR).
A iniciativa rendeu dois projetos na Lapa, atendendo 108 famílias do MST. "Nesse caso, acompanhamos a reforma das casas e coordenamos a construção de um novo prédio para a escola técnica local", explica Fágner Zadra, estudante de Engenharia Civil e presidente do escritório. Os interessados precisam procurar o Senge-PR, que é o responsável pela triagem e organização dos pedidos.
Serviço: AsBEA-PR: (41) 3024-0090 (Falar com Vanilma); Crea-PR: 0800-410067; Senge-PR: (41) 3224-7536
Reportagem de Rafaela Bortolin, especial para a Gazeta do Povo.
Fonte: RPC.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
BNDES financiará a construção de hotéis para a Copa
Ministro estima que turismo aumente 70% até 2016. Participantes do 11° CBRATUR alertam para a necessidade de ampliar a capacidade dos aeroportos brasileiros. Situação dos aeroportos brasileiros foi apontada como desafio para a Copa 2014.
O ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirmou na Câmar, que o BNDES deverá anunciar um programa para ampliar a rede hoteleira nacional. A abertura desses créditos deverá ajudar na ampliação da capacidade hoteleira das doze cidades sedes da Copa. Algumas dessas cidades, como Cuiabá, Belo Horizonte e Manaus oferecem hoje menos leitos que o exigido pela Federação Internacional das Associações de Futebol (FIFA).
Durante o 11° Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBRATUR), Barreto disse ainda que o país precisa ter humildade para aprender com as experiências de outros países e precisa sobretudo tomar cuidado para não repetir os erros cometidos durante a preparação para os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007. "Precisamos ter muito claro quais tarefas que precisam ser executadas por cada uma ds esferas de governo", afirmou.
Segundo Barreto, o turismo nacional deve crescer de 60% a 70% até 2016. Mas para isso, é preciso vencer a agenda apertada. Os principais desafios, na avaliação do ministro, são a mobilidade urbana, as arenas esportivas, a qualificação profissional, incluindo o ensino do inglês e espanhol, e a situação dos aeroportos.
Aeroportos
O problema dos aeroportos também foi destacado por outros convidados."Alguns [aeroportos] já estão à beira do caos e essas não são questões que se possa resolver de um ano para o outro. Como crescimento do país, se novos investimentos em aeroportos não começarem logo, estaremos correndo muito risco", alertou o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
Na opinião do secretário Nacional de Futebol do Ministério dos Esportes, Alcino Rocha, a atual capacidade de aeroportos do país não daria conta nem para o deslocamento dos brasileiros na Copa. "Imagina com turistas".
Rocha explicou que mesmo quem está acompanhando o noticiário não tem uma noção completa das dimensões de uma Copa. "Nesses acontecimentos, um simples treino da seleção é acompanhado por mais de mil jornalistas", exemplificou.
Segundo ele, em 2006 a Alemanha recebeu um número recorde de 2 milhões de turistas. Enquanto a meta para a África do Sul (2010) é receber cerca de 500 mil visitantes, número igual ao recebido ela França (1998) e superior aos cerca de 400 mil turistas que visitaram a Córeia e o Japão (2002) e os Estados Unidos (1994).
FONTE: Portal da Câmara
O ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirmou na Câmar, que o BNDES deverá anunciar um programa para ampliar a rede hoteleira nacional. A abertura desses créditos deverá ajudar na ampliação da capacidade hoteleira das doze cidades sedes da Copa. Algumas dessas cidades, como Cuiabá, Belo Horizonte e Manaus oferecem hoje menos leitos que o exigido pela Federação Internacional das Associações de Futebol (FIFA).
Durante o 11° Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBRATUR), Barreto disse ainda que o país precisa ter humildade para aprender com as experiências de outros países e precisa sobretudo tomar cuidado para não repetir os erros cometidos durante a preparação para os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007. "Precisamos ter muito claro quais tarefas que precisam ser executadas por cada uma ds esferas de governo", afirmou.
Segundo Barreto, o turismo nacional deve crescer de 60% a 70% até 2016. Mas para isso, é preciso vencer a agenda apertada. Os principais desafios, na avaliação do ministro, são a mobilidade urbana, as arenas esportivas, a qualificação profissional, incluindo o ensino do inglês e espanhol, e a situação dos aeroportos.
Aeroportos
O problema dos aeroportos também foi destacado por outros convidados."Alguns [aeroportos] já estão à beira do caos e essas não são questões que se possa resolver de um ano para o outro. Como crescimento do país, se novos investimentos em aeroportos não começarem logo, estaremos correndo muito risco", alertou o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
Na opinião do secretário Nacional de Futebol do Ministério dos Esportes, Alcino Rocha, a atual capacidade de aeroportos do país não daria conta nem para o deslocamento dos brasileiros na Copa. "Imagina com turistas".
Rocha explicou que mesmo quem está acompanhando o noticiário não tem uma noção completa das dimensões de uma Copa. "Nesses acontecimentos, um simples treino da seleção é acompanhado por mais de mil jornalistas", exemplificou.
Segundo ele, em 2006 a Alemanha recebeu um número recorde de 2 milhões de turistas. Enquanto a meta para a África do Sul (2010) é receber cerca de 500 mil visitantes, número igual ao recebido ela França (1998) e superior aos cerca de 400 mil turistas que visitaram a Córeia e o Japão (2002) e os Estados Unidos (1994).
FONTE: Portal da Câmara
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Viciados em reformas e obras movimentam mercado da construção civil
Tem gente que não pode ouvir falar em obra que entra em pânico. Faz reforma uma vez na vida por necessidade e pronto. Do lado oposto, existe quem não abre a mão de quebrar uma parede, pintar o quarto, fazer uma nova churrasqueira no quintal... Para esses, não há vida sem obras. Elas viraram mania, hábito, prazer e, em alguns casos, até vício.
Desde setembro, os fissurados por obras ajudaram a dobrar o número de projetos de arquitetura no Distrito Federal, além de aumentar 30% as vendas de materiais de construção. Para deixar a casa em ordem, a tempo das festas de fim de ano, muita gente investiu pesado. As intervenções vão desde uma simples mudança de móveis até uma casa completamente refeita. A maioria das pessoas com esse perfil é aposentada e tem estabilidade financeira.
Nas lojas de construção, de tão cativos, esse clientes são conhecidos pelo nome. "São eles que sustentam o segmento", chega a dizer o superintendente do Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção do DF (Sindmac-DF), Sérgio Talamonte. Não são raros, segundo ele, os que compram um apartamento novo, por exemplo, e não deixam de fazer todas as adaptações que acham necessárias. Acabam transformando o imóvel em outro, sob alegação de que gostam de obras.
O mercado torce para que essa mania por construção pegue. "A gente queria que todo mundo tivesse um espírito inovador. O maior grupo ainda é o dos que querem algo definitivo, que não arriscam a inovar tant, construir e reconstruir", comenta o sócio-fundador da Associação Brasiliense dos Designers de Interiores (Abradi), Hélio Albuquerque. Ele acredita que os moradores de Brasília, por viajarem muito, tendem a querer novidades em casa com frequência.
Em muitos casos, mesmo sem necessidade aparente de nova reforma, a pessoa opta por ela em busca de renovação. Não são, necessariamente, clientes inseguros ou eternamente insatisfeitos. A interpretação é que a obra provoca uma mudança de vida, inclusive. Ocupa o tempo, vira terapia. "São pessoas que sentem prazer com isso. Possui senso estético, visão espacial. Se fossem arquitetas, seriam brilhantes", afirma a arquiteta Yeda Garcia, presidente da Abradi.
Por Diego Amorin
FONTE: Correio Brasiliense
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Veja como instalar a caixa tipo "L"
- Notas:
- No Sistema Estrela, o ramal de entrada e os ramais de distribuição secundário devem ser feitos com quatro condutores;
- O balanceamento da carga deve ser feito no ramal de distribuição secundário;
- Na Caixa de Dispositivo de Proteção e Manobra (CDPM) pode ser instalado disjuntor ou chave com fusível NH;
- Para seção de cabos diferentes dos acima descritos deve ser apresentado projeto de entrada com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART);
- Para instalação interna a construção de pingadeira não é necessária;
- As caixas podem ser instaladas no máximo, até 18 metros de distância do poste particular.
FONTE: AES Eletropaulo
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Veja como instalar a caixa tipo "K"
- Notas:
- Para fixar o eletroduto ao poste utilize braçadeira ou cinta de aço galvanizado;
- O condutor do ramal de entrada deve ser no mínimo de 10mm² e o máximo de 95 mm²;
- Na CDPM deve ser instalado disjuntor ou fusível NH para o máximo de 200A;
- Para instalação interna a construção de pingadeira não é necessária;
- Para seção de cabos diferentes dos acima descritos deve ser apresentado projeto de entrada com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).
FONTE: AES Eletropaulo
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
O que é um padrão de energia elétrica?
O padrão de ligação de energia elétrica é composto por poste, caixa para medidor, eletrodutos, fios e disjuntor. É por meio dele que a energia distribuída pela AES Eletropaulo chega ao seu imóvel.
Sua instalação deve ser dimensionada de acordo com a carga de energia que será utilizada. contrate o serviço de um eletricista qualificado, para garantir que o padrão de ligação respeite todas as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Para ligações bifásicas ou trifásicas de até 100 A, a AES Eletropaulo recomenda a utilização de caixa de tipo "E" com leitura voltada para calçada.
- Antes de adquirir os materiais para instalação, use a Tabela de Equipamentos apresentada neste folheto para calcular a potência em Watts necessária para sua instalação eletrica.
Fonte: AES Eletropaulo
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Caixa lança linha de crédito de R$ 1 bi para material de construção
Veja.Com
Financiamento
14 de dezembro de 2009
(Com Agência Estado)
Fonte: Veja.com 14/12/2009
Atalho para o Link
Financiamento
14 de dezembro de 2009
A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira uma linha de crédito de 1 bilhão de reais para a compra de materiais de construção em lojas de varejo. O prazo de financiamento é de até 24 meses e o valor máximo de cada compra é de 10.000 reais. De acordo com o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fabio Lenza, a taxa de juros dependerá do acordo firmado com cada lojista. Caso haja demanda, os recursos poderão ser ampliados em até mais 1 bilhão de reais.
O pagamento do financiamento poderá ser feito com boleto bancário ou em débito em conta corrente. As taxas de juros do crediário serão prefixadas e flexíveis. Cerca de 100 lojas no país estão em processo de contratação com a Caixa. Cada varejista atuará como correspondente da CEF, já que o crédito será concedido diretamente no estabelecimento.
Além da linha lançada nesta segunda, a Caixa possui 4 bilhões de reais reservados para crédito por meio do Construcard, linha de até 60 meses e com carência de 6 meses destinada a reformas de maior porte.
Nessa modalidade não há limite de crédito e o valor do financiamento depende da renda de cada comprador. Lenza afirmou que, com todo o crédito disponível para o setor, será possível aquecer as vendas de material de construção no varejo em 2010.
O presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) Claudio Elias Conz disse que, com os recursos, o setor terá um desempenho em 2010 melhor que o aumento de 4% projetado para 2009. "Com o financiamento e a renda crescendo acima de 7%, esperamos um crescimento de 10% nas vendas em 2010."
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) anunciou, nesta segunda, uma estimativa de crescimento de 15,7% para as vendas internas do setor em 2010. A expectativa é de recuperação em relação ao desempenho apresentado em 2009. No acumulado de janeiro a outubro deste ano, as vendas domésticas caíram 14,81% em relação a mesmo período de 2008.
Conforme estudo realizado pela FGV Projetos a pedido da associação, até 2016 as vendas de materiais terão crescimento real (descontada a inflação) de 77,7%. A Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas de 2016, os investimentos habitacionais e a ampliação da infraestrutura do país são os fatores que puxariam a alta.
(Com Agência Estado)
Fonte: Veja.com 14/12/2009
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